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crise económica

O número de imigrantes em Portugal continua a diminuir, tanto devido à crise económica, como à naturalização da população estrangeira, indica um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Em 2013, a população imigrante em Portugal diminuiu para 401 mil pessoas, quando em 2012 eram 417 mil.
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Mercado laboral

Um estudo europeu que será apresentado esta terça-feira concluiu que os portugueses estão cada vez menos satisfeitos com a democracia, lembrando que este resultado "é compreensível" tendo em conta a degradação das condições económicas e sociais.

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Finanças
Fonte: Dinheiro Vivo

Este gráfico indica qual foi o crescimento do emprego nos 28 países da União Europeia (UE). Segundo dados da Comissão Europeia, Portugal lidera a lista, com um aumento de emprego na ordem dos 1,2% no terceiro trimestre do ano. Entre julho e setembro, o número de pessoas com emprego no País diminuiu 2,4% em comparação com o mesmo período do ano passado.

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Mercado laboral

Numa auditoria revelada nas últimas horas, o Tribunal de Contas (TC) considera que os objetivos fixados pelo Governo em 2011 não passaram de um projeto de intenções com impacto reduzido. O Executivo propôs uma redução de 40% nas estruturas do Estado e um corte 27% dos cargos dirigentes na administração central, mas os números não foram alcançados. Para a entidade liderada por Guilherme D'Oliveira Martins, a redução nas estruturas do Estado ficou-se pelos 19% e a diminuição dos cargos dirigentes não passou dos 14%.

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Habitação

O gráfico em cima indica a evolução do Índice de Novas Encomendas na Indústria (INEI) nos últimos dois anos (desde outubro de 2011). Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas (INE), em termos homólogos, o INEI “apresentou uma variação de -5,8% em outubro (-6,0% no mês anterior)”. “O índice relativo ao mercado externo registou uma variação homóloga de -9,5% (-8,5% no mês precedente) enquanto o índice relativo ao mercado nacional passou de uma redução de 2,0% em setembro para um crescimento de 0,2% em outubro”, revelou o INE.

Fonte: INE
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Habitação

UTAO prevê défice abaixo do previsto pelo Governo: O défice deste ano pode mesmo ficar abaixo da meta traçada pelo Governo, mas a concretização desta boa notícia ainda está presa por acontecimentos do último trimestre deste ano, que são ainda desconhecidos. A estimativa é da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) e dá força aos que têm defendido que o défice de 2013 será inferior aos 5,5% acordados com a troika. (Diário Económico)

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Habitação

A Xinhua, agência noticiosa oficial chinesa, considera que as economias de Portugal e Espanha estão a recuperar da crise económica, dando “sinais de esperança” para 2014. “Após dois anos de profundas reformas e restruturação, as economias de Espanha e Portugal acabam 2013 numa situação que alguns consideram como o fim da crise económica”, refere a Xinhua, salientando que, no caso de Portugal, o facto de o PIB ter crescido 0,2% no terceiro trimestre evidencia “um contínuo crescimento depois de o país ter saído da recessão no segundo trimestre”.

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Habitação

Segundo o site dinheiro Vivo, entre os vários pontos pendentes nos memorandos, há dois que vão merecer especial atenção da missão: a “necessidade” de relaxar ainda mais as regras laborais no setor privado e garantir que, além da redução das pensões dos funcionários públicos, existem também poupanças nos restantes apoios sociais previstos no Regime de Proteção Social Convergente, caso das prestações de apoio à doença, maternidade, paternidade e adoção, desemprego, acidentes de trabalho e doenças profissionais.

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Internacional

Em 2011 havia 370 mil sociedades não financeiras, das quais 99,7% eram PME, responsáveis por 69,9% do emprego e por 55% do total de volume de negócios. Face a 2010, desapareceram 32.163 destas empresas e o investimento caiu 18,7%. Recentemente, um estudo divulgado pelo Banco de Portugal já alertara que a actual recessão é diferente das anteriores, nomeadamente por causa do desemprego.

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Mercado laboral
Portugueses querem gastar menos 40% face a 2011, ano da chegada da troika.

Os portugueses pretendem gastar 114 euros em prendas neste Natal, menos 40% face a 2011, ano da chegada da troika. Em 2012 os gastos que se pensava ter com os presentes ascendiam aos 126 euros e em 2011 chegavam aos 192 euros. Este ano os portugueses também optaram por não dar prendas a si próprios, exceto quando a oferta é um smartphone, o produto mais desejado de todos, e o único que mostra um claro aumento da intenção de compra.

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Habitação

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