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taxa de imi

A maioria das autarquias (86%) optou por manter inalterada a taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) que vai ser cobrado em 2015. Como podes ver nesta simulação, um proprietário de uma casa no Porto pagará mais IMI que um dono de um imóvel em Lisboa.

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O Governo acredita que com o fim da cláusula de salvaguarda do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), que termina este ano (imposto relativo a 2013), serão poupados 175 milhões de euros. Segundo as contas do Ministério das Finanças, para 2014 é estimada uma despesa fiscal de 718 milhões de euros com o IMI, menos 175 milhões que o previsto para 2013.

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Os moradores do centro histórico de Guimarães estão revoltados por terem de pagar Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), porque a zona é classificada pela UNESCO como Património da Humanidade e, consideram, devia estar isenta. As finanças discordam e têm uma nova interpretação da lei, sendo que o caso será agora resolvido em tribunal.

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A taxa de 0,5% de IMI, a máxima permitida por lei, é aplicada em 9,7% dos 308 concelhos do País. Na esmagadora maioria dos casos, são câmaras em dificuldades financeiras que aderiram ao Programa de Apoio à Economia Local e por isso ficam obrigadas à taxa máxima.Cerca de 45% das autarquias optou este ano pela taxa mínima de IMI, ou seja, por 0,3%. Esta taxa pode variar entre os 0,3% e os 0,5% e todos os anos as câmaras municipais aprovam o valor a aplicar no ano seguinte.

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O número de autarquias que fixou a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) ao limite máximo quase duplicou. Há agora 28 concelhos em todo o país em que a conta do IMI de 2014 será calculada com base numa taxa de 0,5%, face aos 15 existentes este ano.De acordo com o Diário de Notícias, entre as 28 autarquias com as taxas do IMI no máximo, 15 são repetentes – Albufeira, Calheta, Castanheira de Pera, Espinho, Marco de Canaveses, Nelas, Portimão, Porto Santo, Setúbal, Santarém, Trofa, Vila Real de Santo António, Vila Nova de Poiares, Vila do Conde e Vila Franca de Xira – e há 13 novas – Alijó, Alfândega da Fé, Borba, Cartaxo, Celorico da Beira, Évora, Faro, Fornos de Algodres, Mafra, Nazaré, Nordeste, Resende e Vizela.

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O Governo vai criar um fundo de investimento municipal, no qual colocará parte da receita do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Segundo o secretário de Estado da Administração Local, António Leitão Amaro, a medida visa fomentar a economia. “[A proposta de lei do Orçamento de Estado para 2014 prevê] que o acréscimo do IMI de 2014 e 2015 possa ser colocado pela autarquia num fundo de investimento municipal”, quando anteriormente era canalizado para o “fundo de apoio municipal de intervenção nas autarquias em desequilíbrio financeiro”, explicou

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o psd está a ultimar um projecto de lei onde se contempla uma redução do imi para famílias numerosas. a intenção deverá ser formalizada nos próximos dias e deverá traduzir-se numa redução de 10% para famílias com quatro filhos, 25% para famílias com cinco filhos e 50% para agregados com seis ou mais filhos

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o candidato da cdu à câmara municipal do porto (cmp), pedro carvalho, quer implementar uma política fiscal que alivie a carga sobre os munícipes e que contribua para a fixação de população na cidade. baixar a taxa do imposto municipal sobre imóveis (imi) para 0,35% para prédios urbanos avaliados nos termos do código do imi é uma das metas a que se propõe o responsável

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a manutenção ou não da cláusula de salvaguarda do imposto municipal sobre imóveis (imi) fez correr muita tinta este ano. em causa está o processo de avaliação geral de imóveis, que fará com que o valor patrimonial tributário (vpt) das habitações que ainda não foram avaliadas mediante as novas regras do código do imi (cimi) – compradas antes de 2003 – suba bastante. um aumento que irá, consequentemente, fazer disparar o imi

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apesar da subida dos valores mínimos e máximos promovida pelo executivo, a maioria das autarquias não tocou na taxa de imposto municipal sobre imóveis (imi), sendo que serão poucas as que vão aplicar o valor máximo. segundo as contas feitas pela tsf, este ano, em mais de 300 autarquias (308 no total), cerca de metade aplicou a taxa máxima de imi, 0,4% do valor da avaliação das finanças. mas em 2013, serão pouco mais de 20 as autarquias que vão aplicar o limite de 0,5% imposto anunciado pelo governo

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