| | idealista/news | | A pandemia da Covid-19 paralisou o mundo. Incerteza e resiliência caminharam lado a lado durante largos meses e foram muitos os desafios que surgiram e… foram sendo superados. Um cenário ao qual não ficou imune o setor do imobiliário e da construção, que se viu forçado a adaptar e/ou reinventar. A verdade é que as pessoas continuam a precisar de casas para viver, sendo que as necessidades que agora sentem são diferentes das de antes. Mário Almeida, administrador da promotora imobiliária FERCOPOR, diz ao idealista/news isso mesmo, que “a pandemia deixou fortes marcas no setor imobiliário”, revelando que “as áreas grandes (…) são fortemente valorizadas pelos clientes” e que “a ligação com o exterior é algo indispensável”. | | Ler mais |
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| | idealista/news | A instabilidade continua a pairar sobre o mercado imobiliário. Mas há quem arrisque a fazer as suas previsões quanto ao futuro. O Bankinter assume que a Euribor a 12 meses vai continuar em alta e acima de 3% durante, pelo menos, três anos. E prevê ainda que vai haver uma correção moderada nos preços das casas em Portugal, bem como em outros países. | | Ler mais |
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| | idealista/news | Num momento em que é cada vez mais difícil conseguir financiamento bancário para comprar casa devido à subida abrupta das taxas de juro, o Banco de Portugal (BdP) está a estudar a possibilidade de rever a fórmula de cálculo da taxa de esforço nos créditos habitação. A ideia é tornar os empréstimos habitação mais acessíveis às famílias. Mas o que vai mudar em concreto? E porque é que o regulador europeu decidiu agora rever esta medida? Explicamos tudo neste guia preparado pelo idealista/news. | | Ler mais |
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| | idealista/news | A Deco defende que a revisão da taxa de esforço no acesso a crédito poderá levar a mais riscos de futuro e que é preciso medidas que ajudem já as famílias a pagar os empréstimos. | | Ler mais |
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| | idealista/news | Esta terça-feira, dia 4 de julho, a ministra da Habitação foi ouvida Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação. E foi confrontada com várias questões dos partidos da oposição sobre a atribuição dos apoios às rendas até 200 euros, que não estão a chegar aos bolsos de famílias elegíveis. Outro foco de discussão que voltou a aquecer a Assembleia da República passou pelas medidas previstas para o Alojamento Local (AL) no Mais Habitação, que podem mesmo “destruir” o setor, apontam os partidos de direita. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O grosso de medidas do Mais Habitação está em discussão na especialidade, sobretudo as que prometem mexer com o mercado de arrendamento, tendo em vista colocar mais casas no mercado a preços acessíveis. Mas para os proprietários e inquilinos faltam respostas no tempo certo. É isso mesmo que diz a ALP – Associação Lisbonense de Proprietários, que enviou na semana passada um ofício dirigido à ministra da Habitação, Marina Gonçalves, a pedir “clarificações urgentes” sobre o futuro das rendas antigas congeladas e ainda sobre o limite à subida das rendas das casas de 2% imposto nos novos contratos de arrendamento. | | Ler mais |
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| | idealista/news | A ministra da Habitação solicitou esta terça-feira, dia 4 de julho, aos deputados que clarifiquem a norma que trava a passagem das rendas antigas para o novo regime do arrendamento urbano para eliminar dúvidas de que a medida possa prejudicar os inquilinos mais velhos. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O programa de apoio ao arrendamento jovem Porta 65 sofreu alterações, tendo o Governo reajustado regras – o período de candidaturas, por exemplo, passa a estar aberto de forma contínua e não apenas quatro vezes por ano – e criado uma nova forma de apoio, o Porta 65 +, sem limite de idade, para famílias com quebras de rendimentos. Sabe-se agora que já arrancou o novo modelo de candidaturas ao programa. | | Ler mais |
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| | idealista/news | Quase 84% dos municípios estão a desenvolver Estratégias Locais de Habitação, no âmbito do programa 1.º Direito, tendo identificado 77 mil famílias a viverem em condições indignas, revelou esta terça-feira (4 de julho de 2023) a ministra da Habitação, na Assembleia da República. Em audição regimental na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, Marina Gonçalves apresentou os dados atualizados, até 3 de julho, do 1.º Direito, programa criado em 2018 para encontrar soluções para as 26 mil famílias com carências habitacionais identificadas à data. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O Pestana Hotel Group (PHG) está a apostar forte no desenvolvimento de projetos imobiliários em Portugal, nomeadamente no segmento do turismo residencial. Exemplo disso é o Pestana Porto Covo Village, o seu quarto empreendimento na costa alentejana, que começou a ser construído recentemente: tem 174 unidades e os preços médios situam-se entre 450.000 euros e 500.000 euros, sendo que 90% dos alojamentos estão vendidos. Em causa está um investimento de 50 milhões de euros, tendo o grupo em curso um investimento de 300 milhões numa dezena de projetos até 2028. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O segmento de escritórios continua ao rubro em Portugal, sendo um dos mais ativos no país. A venda do edifício de escritórios localizado na Avenida José Malhoa 13, em Lisboa, comprova isso mesmo. O imóvel, que estava na posse de um afiliado da Cerberus Capital Management e da FS Capital, foi comprado pela seguradora espanhola Mapfre, que ali vai centralizar empresas do grupo. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O parque de exposições Exponor, situado em Leça da Palmeira, freguesia de Matosinhos, está em vias de voltar para as mãos do anterior proprietário, a Associação Empresarial Portuguesa (AEP). A associação já assinou, de resto, um contrato-promessa para recomprar o imóvel, que desde 2013 pertence ao fundo Nexponor, que o comprou quando a AEP estava em risco de falência. | | Ler mais |
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Ministro das Finanças garante intensificar redução de impostos | | Lusa | | Rumor | O ministro das Finanças, num debate sobre o Estado da Nação, ontem em Carcavelos, garantiu que o compromisso do Governo no Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) será "prosseguir o caminho de redução de impostos" e "intensificar essa trajetória de redução de impostos", sobretudo com uma aposta no IRS Jovem. Fernando Medina justificou esta aposta com "dar um sinal claro a todas as gerações, em particular as mais novas". |
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Bonificações de pensões estão mal calculadas, denuncia Provedora de Justiça | | Jornal de Negócios | | Rumor | As bonificações das pensões unificadas – ou seja, das reformas de quem trabalhou para o Estado e para o privado – estão a ser mal calculadas, prejudicando os pensionistas, garante a Provedora de Justiça. No seu relatório anual argumenta “que não existe qualquer articulação funcional entre o Centro Nacional de Pensões (CNP) e a Caixa Geral de Aposentações (CGA) quanto à aplicação da taxa de bonificação, articulação sem embargo necessária para que esta taxa incida sobre ambas as parcelas da pensão unificada”, ou seja, a da Segurança Social e a do regime de proteção social convergente (CGA). |
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