| | idealista/news | | A decisão já está tomada: o regime dos residentes não habituais (RNH) vai mesmo acabar em Portugal a partir de 2024, tendo sido criado um novo incentivo fiscal para a investigação científica e inovação nos mesmos moldes, mas “mais restrito”. O Governo decidiu, portanto, não prolongar “uma medida de injustiça fiscal, que já não se justifica e que é uma forma enviesada de inflacionar o mercado de habitação, que atingiu preços insustentáveis”, tal como argumentou António Costa. Mas, afinal, quem são estes RNH e como é que vivem em Portugal? Como é que a sua presença afeta o mercado da habitação? Na ausência de estudos divulgados sobre a relação entre os RNH e a subida dos preços das casas, o idealista/news questionou vários especialistas para descobrir se, afinal, há ou não uma ligação. Admitem que há um impacto “residual” dos RNH na compra de casa e que, por isso, o fim deste estatuto não vai resolver o problema de acesso à habitação em Portugal. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que os preços das casas em Portugal estejam sobrevalorizados em 20%, embora estejam a descer, e avisa que os bancos devem preparar-se para eventuais riscos relacionados com incumprimentos no crédito habitação. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O Fundo Monetário Internacional (FMI) classifica as medidas do Governo português para aliviar o impacto das taxas de juro no crédito à habitação como “provisórias” e que não solucionam a crise, pedindo que sejam temporárias e dirigidas aos vulneráveis. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O mercado imobiliário português continua a dar provas de resiliência, mas com alguns “sinais de abrandamento”, segundo a B.Prime. A consultora aponta ainda para a manutenção de rendas altas devido à falta de oferta. | | Ler mais |
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| | idealista/news Italia | | | Ler mais |
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| | idealista/news | O acesso à habitação através de crédito bancário piorou desde 2020 devido ao elevado preço das casas e à subida das taxas de juro, segundo um estudo do Banco de Portugal (BdP). O estudo, divulgado esta sexta-feira (13 de outubro de 2023) no 'Economia numa imagem', mede a acessibilidade à habitação usando crédito bancário através de um indicador de esforço financeiro, que avalia a capacidade de um cidadão de rendimento médio pagar os custos anuais de uma habitação com recurso a empréstimo. | | Ler mais |
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| | Jornal de Negócios | Quem optou, este ano, por reter menos IRS na fonte todos os meses para aumentar o rendimento líquido e enfrentar melhor a subida das taxas de juro no crédito habitação deixará de o poder fazer em 2024. Isto porque esta medida não terá continuidade. | | Ler mais |
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| | Público | O Governo estará a estudar a atribuição de mais um apoio direto às famílias para compensar a subida das rendas em 2024. O Executivo socialista já veio esclarecer que o travão à atualização das rendas para o próximo ano será diferente do teto de 2% imposto em 2023, estando à procura de uma solução de equilíbrio entre as partes (senhorios e inquilinos). | | Ler mais |
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| | ECO | A Comven – Sociedade Imobiliária, S.A, empresa de compra e venda de imobiliário que tem como administrador único Miguel Alegria, presidente e CEO da Engexpor, comprou as 111 propriedades (73 prédios rústicos e 38 urbanos), junto ao rio Douro, no concelho de Resende, que a Caixa Geral de Depósitos (CGD) estava a vender na plataforma E-Leilões. | | Ler mais |
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| | Financial Times | Histórias sobre arrendamentos inacessíveis em Amesterdão estão a tornar-se mais frequentes, com proprietários que não param de aumentar os preços dos seus imóveis ou mesmo decidem vendê-los por causa do aumento das taxas. Enquanto o preço médio das rendas subiu 8,2% no último trimestre face ao ano passado, atingindo os 27,32 euros por m2, os regulamentos governamentais procuram limitar os custos de arrendamento a quem não pode aceder à habitação social, segundo dados da Pararius.com. | | Ler mais |
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| | idealista/news | | | Situado em Nevogilde, na Foz do Douro (Porto), o Greenstone é um condomínio privado com piscina que se encontra em construção, com final previsto para o primeiro semestre do próximo ano, e é já um sucesso de vendas, com mais 75% das moradias vendidas. | | Ler mais |
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| | idealista/news | Dentro do Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) da Reserva Federal dos EUA (Fed), a maioria dos seus membros concordou que um ou mais aumentos de juros seriam "apropriados" para devolver a inflação à meta de 2%. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O IRS Jovem é uma das medidas em destaque na proposta de Orçamento do Estado para 2024 (OE2024). O Governo vai investir mais 200 milhões para reforçar este mecanismo e o modelo atualmente em vigor terá novas regras. A partir do próximo ano, os jovens não terão que pagar IRS sobre os rendimentos do primeiro ano de trabalho. Além disso, e nos anos seguintes, o montante salarial isento de imposto também aumenta. Explicamos tudo sobre as novas regras do IRS Jovem. | | Ler mais |
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Um quinto das freguesias agregadas durante a Troika quer separar-se | | Diário de Notícias | | Rumor | Dez anos depois da união de centenas de freguesias em Portugal, por imposição da Troika, o Parlamento está a analisar alguns pedidos para reverter a agregação. São já 182 as freguesias que se querem separar, o equivalente a 20,5% (um quinto) de um universo de 884 freguesias agregadas do país e que resultaram da chamada Lei Relvas (assim batizada com o apelido do então ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas), aprovada em 2013, que criou as uniões atualmente existentes. O território nacional era composto por 4.259 freguesias e depois desta reforma passou a haver 3.091 (2.882 das quais no continente), sendo que nas regiões autónomas não houve uniões. Feita a reorganização, passaram a existir 884 agregações. |
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“Fiscalização inteligente” avança até final do ano para detetar falsos recibos verdes | | Público e Rádio Renascença | | Rumor | A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, quer apostar na “fiscalização inteligente” para detetar situações irregulares no mercado de trabalho de forma “mais eficiente”. Uma primeira ação de cruzamento de dados entre a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e a Segurança Social permitiu identificar 80 mil empresas com 350 mil trabalhadores cujos contratos ultrapassaram os prazos legais. Destes, sublinhou, 70 mil ainda não foram regularizados. Segundo a ministra, até final do ano, será feita uma ação semelhante para detetar falsos recibos verdes. “Tudo faremos, com estas novas formas de deteção, para que se sinta que somos implacáveis no combate à precariedade”, avsou. |
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