| | idealista/news | | Em Portugal, as famílias enfrentam o desafio de encontrar casas que possam pagar. Esta é uma tarefa que se revela especialmente difícil num momento em que o custo de vida disparou e os preços das casas para comprar não param de aumentar (embora a menor ritmo), sem que os salários acompanhem esta evolução. E para quem tem baixos rendimentos e procura uma habitação mais acessível, não há boas notícias: apenas 15% das casas à venda durante o quarto trimestre de 2023 tinham um preço inferior a 150.000 euros, de acordo com um estudo publicado pelo idealista, editor deste boletim. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O número de casos de compra e venda de imóveis com pagamentos por debaixo da mesa tem vindo a multiplicar-se. Desde 2017 foram mobilizados 42 milhões de euros em dinheiro vivo acima dos limites legais previstos (3.000 euros). A falta de fiscalização nestas operações ajuda a explicar estes negócios imobiliários fora da lei. Mas não só. | | Ler mais |
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| | idealista/news | Apesar do clima desafiante, a economia nacional terá crescido 2,3% em 2023, tal como estimou recentemente o Instituto Nacional de Estatística (INE). E o setor da construção terá contribuído para atenuar os efeitos da alta inflação e elevados juros nas contas do país, já que o valor bruto da produção no setor terá aumentado 3,4% em termos homólogos. Mas o licenciamento de obras continuou aquém das expectativas, uma vez que foi registada uma redução de 8,8% nas licenças para edifícios novos, muito embora o número de casas novas licenciadas tenha subido. Esta é uma questão que o simplex dos licenciamentos promete começar a resolver já este ano. | | Ler mais |
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| | idealista/news | | | A realização de obras em casa ou no prédio pode parecer algo que te diz respeito apenas a ti ou aos restantes condóminos, mas em algumas situações poderás ter de fazer uma comunicação à Câmara Municipal ou, até mesmo, pedir uma licença. | | Ler mais |
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| | idealista/news | 2023 afigurou-se como um ano de ajustamento no investimento em imobiliário comercial, já que foi registada uma queda de 45% em Portugal face ao ano anterior. Mas mesmo num clima incerto, o setor de retalho manteve-se resiliente, de tal forma que até aumentou o volume de investimento para mais de 500 milhões de euros, o valor mais elevado desde 2020. Os supermercados e os shoppings foram os imóveis preferidos pelos investidores. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O edifício de escritórios Alfredo Guisado 8 (AG8), que foi totalmente renovado e está situado no bairro de São Domingos de Benfica, em Lisboa, está prestes a chegar ao mercado. “Proporciona um ambiente de trabalho moderno e dinâmico, beneficiando de uma localização privilegiada e de diversas comodidades”, e foi alvo de “uma extensa remodelação antes da pandemia”, oferecendo “agora um espaço de trabalho contemporâneo e confortável para os seus ocupantes”, refere em comunicado a Savills, que o está a comercializar em exclusivo. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O Grupo Casais foi selecionado, em concurso público, para a conceção e construção de duas residências de estudantes, em Beja e Valença, com soluções próprias industrializadas ‘off-site’. As duas unidades terão 327 e 32 alojamentos, respetivamente. Trata-se de uma “solução de construção inovadora, que é o sistema híbrido e o método CREE Buildings”, diz António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais. | | Ler mais |
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| | Bloomberg | | | Ler mais |
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| | idealista/news | O coração do Porto tem um novo projeto residencial. Chama-se NEW LIFE Residences Lindo Vale, está localizado na rua que lhe dá nome, a Rua Lindo Vale, em Paranhos, e a comercialização já arrancou. | | Ler mais |
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| | idealista/news | Os portugueses tendem a comprar casa mais tarde, seja pela dificuldade de poupar ou até de se emancipar. Por outro lado, a vida também vai colocando desafios pelo caminho, como separações ou divórcios, que muitas vezes nos obrigam a começar de novo. Seja por um motivo ou por outro, a verdade é que há quem queira comprar casa depois dos 50 anos com recursos a financiamento bancário. Mas será que há ofertas no mercado? Sim, por exemplo, o Novo Banco tem ofertas de crédito habitação específicas para maiores de 50 anos e com spreads a partir de 0,9%. Descobre tudo na rubrica do crédito habitação do mês de fevereiro. | | Ler mais |
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| | Financial Times | O mercado de arrendamento do Japão quer tornar-se mais atrativo para os estrangeiros, segundo novas medidas anunciadas pelo primeiro-ministro Fumio Kishida. Essas iniciativas incluem a criação de zonas comerciais especiais que permitirão que os processos administrativos sejam concluídos em inglês. | | Ler mais |
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| | idealista/news | Quando um trabalhador não comparece ao emprego sem justificação há pelo menos 10 dias úteis ou sabe-se que ele se encontra a trabalhar por conta própria ou no estrangeiro, a lei considera haver abandono do posto de trabalho. | | Ler mais |
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| | idealista/news | Muitas pessoas guardam todos os registos dos seus gastos. Simplesmente não vacilam. Assim, no momento de registarem as despesas realizadas, podem assegurar o máximo retorno. | | Ler mais |
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Lesados da antiga PT arriscam ficar mais duas décadas sem ver o dinheiro | | ECO | | Rumor | Após uma longa espera, muitos credores portugueses da Oi, que eram obrigacionistas da antiga Portugal Telecom (PT), esperavam começar a reaver o seu dinheiro a partir do próximo mês de agosto. Mas a operadora brasileira lançou um novo balde de água fria sobre estes investidores, segundo o advogado Ricardo Marques Candeias, que diz representar 200 pessoas nesta situação, com créditos de mais de 20 milhões de dólares (18,6 milhões de euros). Estes investidores portugueses, que a mesma fonte diz serem em torno de 4.000, arriscam agora só começar a receber o dinheiro daqui a mais de duas décadas. |
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Justiça irá investigar falência da Soares da Costa | | Jornal de Negócios | | Rumor | Na sequência da falência da Soares da Costa (que tinha entretanto mudado de nome para Sociedade de Construções da África Austral), no verão passado, uma (ex-)trabalhadora da construtora apresentou um requerimento em tribunal para avaliar o processo, envolto em suspeitas. O juiz do processo determinou aberto “o incidente de qualificação de insolvência” da empresa, que faliu com dívidas de 526 milhões de euros. O gestor judicial considera que não foram detetados “quaisquer factos suscetíveis de gerar responsabilidade criminal”, mas o Ministério Público ainda tem de se pronunciar se a insolvência foi ou não culposa. |
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