| | idealista/news | | A venda de casas em Portugal tem seguido a bom ritmo, apoiada pela estabilidade no emprego, juros mais baixos no crédito habitação e apoios públicos aos jovens na compra de casa (isenção de IMT e garantia pública). E esta dinâmica nas transações reflete-se não só nos preços das casas, que têm subido a ritmo acelerado, como também na oferta residencial, que continuar a ser escassa e está a encolher ainda mais, pela falta de construção nova que responda à alta procura de habitação no país. No fim de 2025, o stock do parque habitacional português disponível para vender caiu 13% face ao mesmo período de 2024, segundo os dados analisados pelo idealista, editor desta newsletter e principal Marketplace imobiliário do sul da Europa. | | Ler mais |
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| | idealista/news | A secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa, disse esta sexta-feira, dia 20 de fevereiro, que foram entregues 17.700 das 26.000 casas previstas no âmbito do financiamento do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR). | | Ler mais |
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| | idealista/news | O licenciamento de casas para construir na Europa ocorreu a diferentes velocidades em 2025. Enquanto em Malta foram licenciadas 162 casas por cada 10.000 habitantes (o máximo registado), em Itália foram apenas seis (o mínimo). Portugal está fora do top 10 europeu com mais casas licenciadas, numa altura em que o Governo procura simplificar os licenciamentos urbanísticos e baixar impostos. Esta falta de oferta no mercado residencial português traduz-se numa subida dos preços das casas com o segundo ritmo mais acelerado da Europa. | | Ler mais |
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| | Jornal Económico | O pacote fiscal para a habitação do Governo foi aprovado na quarta-feira, dia 18 de fevereiro, em sede de comissão parlamentar, apresentando algumas alterações face à versão inicial. Uma delas dá mais responsabilidades a quem compra casa com IVA a 6%, pois terá de afetá-la a habitação própria e permanente durante o período mínimo de 12 meses. Caso contrário, terá uma penalização no IMT de 10 pontos percentuais relativo ao momento da compra. | | Ler mais |
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| | Expresso | Maria Luís Albuquerque considera que a atual crise da habitação na Europa não se resolve com restrições ao investimento, mas com maior integração e eficiência dos mercados. A comissária europeia com a pasta dos Serviços Financeiros acredita que diversificar, criar alternativas e melhores condições para investir ajudará a aliviar a pressão sobre o imobiliário. | | Ler mais |
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| | Diário de Notícias | A Câmara Municipal de Lisboa mandou cancelar cerca de 6.765 licenças de Alojamento Local (AL), num universo de 19 mil estabelecimentos registados na cidade, por não terem apresentado o comprovativo do seguro de responsabilidade civil. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O antigo “bairro fantasma” de El Quiñón, a sul de Madrid, renasceu e conta hoje com cerca de 4.000 habitações construídas e serviços essenciais, deixando para trás o estigma deixado pela "bolha imobiliária". Localizado a menos de uma hora de carro do centro da capital do país vizinho, esta zona residencial do município de Seseña tornou-se um exemplo paradigmático do boom imobiliário do início do século XXII – e também da sua recuperação, ao contribuir para o aumento da oferta de casas para viver na região, num momento de crise no acesso à habitação, semelhante ao que enfrenta Portugal. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O total do ativo dos fundos de investimento era de 63.751,3 milhões de euros no final de 2025, o valor mais alto desde que há registo e mais 8.418,5 milhões face a 2024, segundo o Banco de Portugal. Os fundos imobiliários “mantiveram-se como a tipologia mais representativa do setor”, correspondendo a 37% do total das unidades de participação emitidas pelos fundos de investimento no final de 2025. | | Ler mais |
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| | idealista/news | Num contexto internacional marcado pela incerteza económica e geopolítica, o mercado imobiliário comercial português confirmou, durante o ano passado, uma excelente capacidade de adaptação, conseguindo atrair mais de 2.750 milhões de euros em investimento, distribuídos por 89 transações. Para este ano, prevê-se um cenário de confiança ainda maior. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O Sul da Europa, em especial Portugal, está entre os destinos mais atrativos para o mercado europeu de escritórios. Este segmento do imobiliário prepara-se para um novo ciclo de investimento este ano, dada a estabilização das yields prime, a recuperação da confiança dos investidores e o aumento da liquidez. E Portugal entra agora num ciclo particularmente favorável, já que oferece equilíbrio entre rendimento e potencial de valorização, num contexto marcado por escassez de ativos de qualidade. | | Ler mais |
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| | idealista/news | É em pleno coração de São Pedro do Estoril que vai nascer um novo e contemporâneo condomínio fechado de sete moradias. Cada uma com quatro pisos, estas residências T3+1 são ideais para quem procura viver com espaço, privacidade e qualidade de vida, perto do mar e da capital portuguesa. | | Ler mais |
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| | idealista/news | A Assembleia da República aprovou a alteração das datas de pagamento do Imposto Único de Circulação (IUC). A medida, já anunciada pelo Governo em dezembro, muda a forma como os proprietários de veículos vão cumprir esta obrigação fiscal. | | Ler mais |
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Novo inquérito do MP: Sócrates diz não conhecer casa na Malveira | | TVI | | Rumor | O Ministério Público abriu um novo inquérito ao antigo primeiro-ministro José Sócrates e ao empresário Carlos Santos Silva por suspeitas de branqueamento de capitais, num processo que decorre no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) desde 2025, de acordo com uma notícia avançada pelo Observador. Em causa estará a compra, em 2023, de uma habitação na Malveira, no concelho de Mafra. Em reação a esta notícia, José Sócrates disse não conhecer “casa nenhuma na Malveira” e que está "absolutamente alheio a qualquer transação imobiliária". |
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Transferências sintéticas de risco podem fragilizar resiliência bancária | | PT50 | | Rumor | O Comité de Supervisão Bancária de Basileia, conhecido como o “banco central dos bancos centrais”, analisou a utilização das operações de transferência sintética de risco (SRT, na sigla inglesa), que muito cresceram na última década. E concluiu que “uma dependência excessiva de SRT pode reduzir a resiliência do sistema bancário, caso a capacidade de absorção de risco das transações falhe”. Além disso, estes bancos dependentes de SRT “podem tornar-se vulneráveis a flutuações de mercado e a choques que afetem a solidez do setor dos intermediários financeiros não bancários (NBFI), que atuam como fornecedores de proteção, podendo a concessão de crédito tornar-se procíclica”. |
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