| | idealista/news | Sexta 06 Março 2026 | | A casa não é apenas um espaço físico, é um espaço mental e sensorial. É feita de várias dimensões e incorpora nela um ambiente emocional, cognitivo e fisiológico que influencia diretamente o bem-estar de quem lá vive ou visita. É o palco íntimo das várias dimensões da vida humana, seja para conviver, festejar, estudar, trabalhar ou descansar. Ao mesmo tempo, acolhe fatores sociais, culturais e até arquitetónicos que se cruzam e impactam a gestão do dia a dia das famílias. Mas será que o cérebro feminino projeta, vê e vive a casa de forma diferente? Especialistas dizem que sim e fomos saber porquê. | | Ler mais |
| | | idealista/news | Sexta 06 Março 2026 | A presença das mulheres no mercado de trabalho português continua a crescer, mas as desigualdades persistem. No último trimestre de 2025, a população ativa feminina atingiu um recorde histórico de 2,8 milhões de mulheres, ainda que a taxa de desemprego entre mulheres (6,5%) continue acima da registada entre os homens (6%). Apesar destes desafios, há sinais de mudança, sobretudo na ocupação de setores tradicionalmente associados ao universo masculino. No setor da construção, a participação das mulheres aumentou 22,2%, enquanto nas atividades imobiliárias o crescimento foi de 16,9%, refletindo uma maior diversificação das áreas profissionais onde as mulheres estão a entrar e a afirmar-se. | | Ler mais |
| | | | idealista/news | Sexta 06 Março 2026 | Estamos numa obra em Madrid, Espanha. O som de fundo é o habitual: martelos, vozes, a rádio ligada. À volta, andaimes, cabos, betão… e nenhum rosto feminino. É aqui que conhecemos Laura Baquero, arquiteta e fundadora da empresa Ella Construye, e onde se confirma o óbvio: a construção continua a ser um espaço dominado por homens. Foi precisamente esta ausência que levou a arquiteta a agir. | | Ler mais |
| | | idealista/news | Quarta 04 Março 2026 | | O Governo da AD quer resultados rápidos do pacote legislativo para aumentar a oferta de habitação em Portugal e isso passa, inevitavelmente, pelas autarquias. Na sessão de abertura da 13ª edição da Semana da Reabilitação Urbana (SRU) de Lisboa, a secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa, insistiu que o país está perante uma "urgência social" que obriga a acelerar a oferta de casas no mercado, nomeadamente, agilizando os licenciamentos urbanísticos. "E esse é um trabalho que está a ser feito em parceria com as autarquias", frisou a governante com a pasta da habitação. | | Ler mais |
| | | | idealista/news | Quarta 04 Março 2026 | A nova lei do arrendamento urbano vai a Conselho de Ministros já em março, num momento em que o Governo da AD acelera a revisão de todo o enquadramento do mercado residencial, para tentar resolver a crise de acesso à habitação por parte das famílias e jovens. A indicação foi deixada pela secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa no primeiro dia da 13.ª Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa (SRU). | | Ler mais |
| | | idealista/news | Quinta 05 Março 2026 | A ideia da habitação colaborativa, ou coliving, deixou de ser "uma moda importada" para entrar, em 2025 e 2026, no centro de um debate maior: a crise da habitação, mobilidade profissional, trabalho híbrido e até solidão urbana. Mas, do lado do Governo da AD, a mensagem é clara: o coliving está a ser considerado na revisão da normativa, só que não está no topo da lista de urgências em termos de políticas de habitação. Em conversa com o idealista/news, no primeiro dia da Semana de Reabilitação Urbana de Lisboa (SRU), a secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa, explicou que a prioridade continua a ser desbloquear o essencial: "Pôr casas reais a servir famílias reais, já, e em escala". | | Ler mais |
| | | idealista/news | Quinta 05 Março 2026 | | A nova construção tem vindo a dinamizar o mercado residencial em Portugal, uma tendência que mais do que duplicou a oferta de casas novas à venda nos últimos cinco anos, tal como mostram os dados mais recentes do idealista. Mas a construção de casas continua aquém das necessidades do país, que vive uma séria crise de falta de habitação a preços acessíveis. Isto porque não só a oferta de casas novas é rapidamente absorvida pela alta procura, como tende a apresentar preços mais elevados não estando ao alcance de qualquer família. | | Ler mais |
| | | idealista/news | Quarta 04 Março 2026 | A crise de acesso à habitação é um problema para o qual não há apenas uma solução, não bastando simplesmente construir mais casas para dar resposta à enorme procura existente. Sim, esse é um dos caminhos a seguir, sendo a redução do IVA de 23% para 6% – uma das medidas apresentadas pelo Governo – uma boa medida nesse sentido, mas é preciso mais, até porque esses imóveis só sairão do papel dentro de alguns anos. Ou seja, são necessárias medidas de curto prazo, como a promoção “do uso eficiente do stock existente”. Uma ideia deixada pela economista portuguesa Susana Peralta à margem de um debate que moderou recentemente no ISEG, em Lisboa, que juntou três investigadores (e académicos) europeus. | | Ler mais |
| | | | | idealista/news | Segunda 02 Março 2026 | As taxas Euribor têm vindo a estabilizar pouco acima dos 2%, observando-se apenas pequenas oscilações ora para cima, ora para baixo. Desde o início de 2026, o indexante mais utilizado nos créditos habitação a taxa variável em Portugal tem assumindo um comportamento no sentido descendente (embora não para todos os prazos), mas é tão pequeno que pouco ou nada se sente nas prestações da casa dos novos contratos. Explicamos com recurso a simulações. | | Ler mais |
| | | idealista/news | Segunda 02 Março 2026 | | A compra de casa em Portugal continua bem dinâmica, acentuando o desequilíbrio entre alta procura e escassa oferta, e tornando a habitação mais cara. E isto acontece numa conjuntura de mercado em que há mais incentivos à aquisição de imóveis (como juros acessíveis, emprego estável, investidores estrangeiros e apoios aos jovens) do que à criação de stock residencial – os estímulos neste sentido estão previstos no pacote fiscal do Governo, que já foi teve luz verde no Parlamento, mas que ainda não está em vigor. Tudo isto reflete-se no preço das casas à venda no país, que subiu 12,2% em fevereiro face ao mesmo mês de 2025 (e 2,5% em termos trimestrais). Comprar casa em Portugal passou a ter o custo mediano de 3.076 euros/m2 no final de fevereiro, representando um novo máximo histórico alcançado pelo quarto mês consecutivo, revela o índice de preços do idealista, editor desta newsletter. | | Ler mais |
| | | idealista/news | Quarta 04 Março 2026 | Nada parece travar o interesse dos estrangeiros pelo imobiliário em Portugal. Mesmo depois do fim dos vistos gold para investimento imobiliário no fim de 2023, os cidadãos internacionais investiram 3.905 milhões de euros no mercado imobiliário do nosso país em 2025, mais 10% face ao ano anterior e um novo máximo registado pelo Banco de Portugal (BdP). | | Ler mais |
| | | idealista/news | Quarta 04 Março 2026 | As recentes alterações legislativas introduzidas à Lei dos Solos em janeiro de 2024 e reforçadas em abril de 2025 vieram criar um mecanismo simplificado de reclassificação para solo urbano, que pode ocorrer, em determinadas situações, por via da alteração aos planos municipais de ordenamento do território. | | Ler mais |
| | | idealista/news | Terça 03 Março 2026 | | O mercado nacional de arrendamento está a dar sinais de estar a tornar-se mais acessível. Prova disso é que em fevereiro de 2026, as rendas das casas em Portugal voltaram a descer na ordem dos 1,4%, face ao mesmo mês do ano passado, num contexto de elevada procura, acompanhada por um aumento da oferta. Os dados mostram assim que arrendar casa passou a ter o custo mediano de 16,2 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês passado, afastando-se do máximo histórico de 17 euros/m2 registado em outubro de 2025. E, tal como indica o índice de preços do idealista (editor desta newsletter), trata-se de uma tendência de rendas mais baratas, que se tem vindo a consolidar nos últimos meses, com a variação trimestral a situar-se numa quebra de preços na ordem dos 2,7%. | | Ler mais |
| | | idealista/news | Quarta 04 Março 2026 | O setor imobiliário está a atravessar um novo ciclo, marcado por mudanças nas dinâmicas de mercado, pelo surgimento de zonas emergentes e por uma transformação tecnológica cada vez mais impulsionada pela Inteligência Artificial (IA). Para ajudar os profissionais a interpretar este cenário e a preparar estratégias mais eficazes, o idealista promove o workshop presencial “Novo ciclo imobiliário: Dados, Tendências e IA”. A iniciativa arranca no dia 17 de março de 2026, em Tavira, e segue para Évora logo no dia seguinte (18 de março). A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia e a vagas limitadas. | | Ler mais |
| | | idealista/news | Quarta 04 Março 2026 | | | As casas de nova construção não se resumem unicamente ao seu interior. De forma a ir ao encontro das atuais exigências da vida moderna, as construtoras estão a investir cada vez mais nos espaços exteriores, privilegiando varandas e amplos terraços capazes de proporcionar qualidade de vida e bem-estar aos futuros compradores e valorizar o imóvel. | | Ler mais |
| | | Imóveis especiais | Detalhes: - Piscina
- Jardim
- Área: 310 m2 construídos, 216 m2 úteis
- T4
- 4 casas de banho
- Terraço e varanda
- Preço: 3.875.000 euros
| | | Ver mais características |
| | | Casas de férias | | É caso para dizer que mais central é impossível. O Feel Porto Vintage Townhouse, um elegante apartamento de 138 metros quadrados (m2) localizado numa zona central do Porto, na Rua do Bolhão, convida a mergulhar na rica cultura e história da cidade Invicta. Um alojamento com design moderno que tem quatro quartos e pode acolher até 12 pessoas, naquela que tem tudo para ser uma estadia única. | | Ver disponibilidade |
| | | | Curiosidades | | Há muito que a tapeçaria faz parte da decoração da casa, mas antes apenas como um objeto que servia apenas para cobrir o chão, dando conforto térmico e acústico aos espaços. Atualmente, a realidade é outra: as artes manuais uniram-se às novas tecnologias, multiplicando as possibilidades na tapeçaria, dando-lhe um novo significado e valor. “A tecnologia é, hoje, um ‘plus’ que nos permite ir muito mais além daquele tapete que inicialmente era apenas um objeto funcional quase retangular. Agora, conseguimos fazer verdadeiras obras de arte”, conta em entrevista ao idealista/news Sónia Oliveira, designer na Ferreira de Sá, empresa sediada em Espinho, que se dedica à tapeçaria de luxo há 80 anos. | | Não percas |
|
|
|
|