| | idealista/news | Portugal tem um défice habitacional de 380 mil casas, segundo as contas da CPCI, e o Estado não chega sozinho. "O país precisa de mais casas e precisa delas com urgência", avisou ontem o porta-voz do setor, Manuel Reis Campos, na abertura da XIV Semana da Reabilitação Urbana do Porto. Para solucionar esta crise da habitação, vários especialistas aproveitaram o evento para defender a recuperação de modelos com provas dadas em outros momentos, na história da democracia portuguesa. Luísa Salgueiro, presidente da Câmara de Matosinhos e da Mesa do Congresso da ANMP, apontou a necessidade urgente de desbloquear as cooperativas e Álvaro Santos, presidente da CCDR Norte, defendeu a aposta em casas de função para fixar profissionais no interior. | | Ler mais |
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| | idealista/news | | Hoje, a oferta de casas para arrendar em Portugal continua a não satisfazer as necessidades da procura. Há poucas habitações neste mercado – e muitas vezes as que existem apresentam preços que as famílias não conseguem pagar com os seus salários. É por isso que o Governo está a lançar medidas para incentivar os proprietários a colocar mais imóveis neste mercado, como a redução fiscal à reforma da lei do arrendamento ainda em revisão. O que se assiste é a uma subida do custo de arrendar casa há quatro meses. Em outubro, as rendas das casas continuaram a subir (1%), mas a menor ritmo face ao mês anterior (6,1%), segundo o índice de preços do idealista (editor deste boletim). | | Ler mais |
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| | idealista/news | O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, assegurou no Parlamento que o Governo quer acelerar a passagem para os municípios dos cerca de 83 mil imóveis públicos, de forma a reforçar a oferta de habitação acessível. | | Ler mais |
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| | Jornal de Notícias (JN) | Quase 90 mil casas licenciadas nos últimos sete anos não foram colocadas no mercado. A escassez de mão de obra, que atrasa ou chega mesmo a adiar projetos de construção, bem como as dificuldades de financiamento, poderão ajudar a explicar este fenómeno. | | Ler mais |
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| | idealista/news | O Presidente da República, António José Seguro, realçou o direito de manifestação, reafirmou que a violência "não faz parte da cultura democrática portuguesa" e prometeu que não vai desistir de obter "vias de diálogo e bom senso". | | Ler mais |
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| | idealista/news | O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, rejeitou que existam “fundos abutres” no mercado imobiliário português, afirmando que os fundos imobiliários representam menos de 2% do parque habitacional nacional e se dedicam sobretudo ao comércio e aos serviços. | | Ler mais |
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| | Público | Os relatórios anuais previstos na Lei de Bases da Habitação continuam sem chegar ao Parlamento, apesar de serem obrigatórios desde a aprovação do Programa Nacional de Habitação. O primeiro documento, relativo a 2024, está concluído, segundo o Governo, mas acumula quase um ano e meio de atraso e ainda não foi divulgado. Quanto ao relatório de 2025, cujo prazo de entrega terminou em junho, não há informação sobre o seu estado de elaboração. | | Ler mais |
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| | Jornal de Negócios | Manuel Castro Almeida, ministro da Economia e da Coesão Territorial, admite uma nova negociação com o PS para transformação de solos rústicos em solos urbanos. O governante diz que é preciso “ir mais longe” nesta matéria para se construírem mais casas, e que o acordo alcançado com os socialistas foi “minimalista”. | | Ler mais |
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| | idealista/news | A Associação Habitação e Desenvolvimento por Portugal (AHDPP) foi recebida na Presidência da República, onde apresentou a associação, a sua missão e o modelo que defende para responder à crise da habitação, ou de acesso à habitação. “A proposta articula municípios, promotores privados e investidores para aumentar a oferta de habitação acessível, em particular para a classe média”, havendo uma meta delineada: “Lançar concursos públicos em vários municípios, ao mesmo tempo e com as mesmas regras, no primeiro trimestre de 2027”. | | Ler mais |
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| | Financial Times | O atual Governo trabalhista do Reino Unido colocou o custo de vida no centro do seu discurso político. No entanto, o Orçamento do Estado apresentado há poucos dias voltou a demonstrar que está a ignorar a solução mais lógica: aumentar a construção de habitação para reduzir os preços das rendas. A conclusão é de Tim Leunig, economista e antigo conselheiro de dois ministros das Finanças britânicos, num artigo de opinião publicado no Financial Times, que tem por base uma investigação realizada em conjunto com Rob Blackie e David Lawrence. | | Ler mais |
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| | idealista/news | | Ter um interior de luxo já não significa encher a casa de peças caras ou assinadas por grandes designers. Em vez de procurar um efeito imediato de impacto, o luxo contemporâneo privilegia sensações mais subtis, como conforto, bem-estar e autenticidade. | | Ler mais |
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| | idealista/news | A garantia pública do Estado para o crédito habitação, destinada a jovens até aos 35 anos, já ajudou milhares de pessoas a comprar casa com financiamentos bancários a 100%. No caso do BPI, foram celebrados cerca de 9.700 contratos, tendo o banco já utilizado 354 milhões de euros do total de 500 milhões que lhe foi atribuído pelo Estado. | | Ler mais |
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| | idealista/news | | | Para muitas pessoas, o sonho de comprar casa, de ter uma habitação própria e permanente, só é possível pedindo dinheiro emprestado ao banco, ou seja, com recurso a crédito habitação. E esse é um processo que implica algumas regras e requisitos, como por exemplo a necessidade de contratar um seguro de vida. Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana da DECO Alerta. | | Ler mais |
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Apoio na compra de carros elétricos para famílias mais carenciadas pode chegar a 15 mil euros | | Lusa | | Rumor | O novo apoio à compra de veículos elétricos pelas famílias mais carenciadas vai ter uma comparticipação entre 70% e 90% do valor da viatura até ao máximo de 15.000 euros, anunciou a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho. Segundo a governante, o valor da comparticipação pode ser majorado em 1.000 euros caso seja entregue uma viatura usada para abate. Também em estudo está a concessão de um financiamento para a aquisição de postos de carregamento elétrico. |
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Herdeiros podem reclamar certificados mais de dez anos depois da morte de titular | | ECO | | Rumor | Até agora a informação parecia ser clara: os herdeiros podiam pedir para passar a ser os titulares ou para receber o valor da amortização dos Certificados de Aforro ou do Tesouro no período até cinco ou dez anos (dependendo da série) após a morte do titular dos certificados, sendo que findo esse prazo os títulos prescrevem e os valores revertem a favor do Estado. Um acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa veio, no entanto, baralhar as contas, com os juízes a declarar que o prazo de prescrição dos certificados herdados não começa necessariamente na data da morte do titular, mas apenas quando os herdeiros têm conhecimento do óbito e ainda da existência dos títulos. |
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