São oito e pouco de uma terça-feira de junho. As crianças ainda estão de pijama, o pequeno-almoço está posto no terraço, e o som mais alto no jardim é o dos aspersores a girar sobre a relva. Para lá dos telhados, o mar. Ninguém tem pressa de nada. É assim uma manhã normal em Montinhos da Luz. Implantada num lote priva