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Rumores do dia

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Rumores do dia sobre salário mínimo e emprego

CIP admite subida do salário mínimo este ano: A Confederação Empresarial (CIP) admite um aumento do salário mínimo ainda este ano, mas apesar da crescente pressão dos sindicatos, o valor defendido como limite pelos patrões não se altera: 500 euros até ao início do próximo ano. (Jornal de Negócios)

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Governo prevê aumento de 700 milhões nas receitas com impostos: O Estado arrecadou 36.272,9 milhões de euros em impostos em 2013 e, este ano, o Governo prevê encaixar mais 708,9 milhões, devido sobretudo ao aumento da receita do IRS e do IVA, que estão a apresentar uma execução acima da projeção inicial do executivo. A previsão da receita fiscal foi revista em alta no Orçamento Retificativo, entregue ao Parlamento na quinta-feira. (Público)

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Governo prevê que desemprego baixe de 17,7% para 14,7%: O Governo reviu em baixa a taxa do desemprego: dos 17,7% previstos no Orçamento do Estado inicial, o Orçamento Retificativo aponta para os 14,7%. Trata-se de uma folga de quase 500 milhões de euros que só por si é capaz de compensar o chumbo constitucional aos cortes salariais da administração pública. (Expresso)

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Governo pode desistir de aumentar a TSU e o IVA em 2015: O Governo está a ponderar desistir dos aumentos da Taxa Social Única (TSU) e do IVA, que fazem parte do diploma da Contribuição de Sustentabilidade sobre os pensionistas, medida que estava prevista para 2015 e foi chumbada pelo Tribunal Constitucional (TC). O abandono das duas medidas complementares à contribuição significa que as Finanças não podem contar com o acréscimo projetado de 250 milhões de euros na receita. (Diário Económico)

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19 autarquias devem recorrer ao Fundo de Apoio Municipal: Até 30 de novembro as autarquias podem recorrer à linha de emergência prevista no âmbito do Fundo de Apoio Municipal (FAM), legislação que Cavaco Silva promulgou ontem, e que servirá para impedir a entrada em incumprimento das câmaras mais endividadas. Quatro autarquias já terão iniciado negociações com o Executivo para acelerarem o processo. No total, o FAM chegará aos 650 milhões de euros, mas esse, a que devem recorrer pelo menos 19 autarquias, só deverá arrancar no próximo ano. (Diário Económico)

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Bancos cobram comissões a clientes por contas esquecidas: Ter uma conta esquecida, sem movimentar há mais de um ano, pode sair muito caro. Alguns bancos cobram comissões de manutenção por contas inativas que podem chegar aos 52 euros por trimestre, sendo que só avisam os clientes quanto a conta já está a descoberto. A Deco vai alertar o Ministério das Finanças, o Banco de Portugal e a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) para a situação. (Dinheiro Vivo)

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Guterres deve avançar para Belém: António Guterres poderá mesmo avançar com uma candidatura à Presidência da República em 2016. O ex-primeiro ministro socialista já terá comunicado a António José Seguro, a António Costa e, até, a José Sócrates a sua intenção. No entanto, o atual Alto Comissário da Organização das Nações Unidas para os Refugiados só deverá formalizar a candidatura em maio ou junho de 2015, quando chega ao fim o seu mandato na ACNUR. (SOL)

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CMVM analisa compra de ações da Ángeles à ESS antes da OPA: A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) está a analisar as compras feitas pelo grupo mexicano Ángeles e os seus administradores Olegario Vásquez Aldir e Olegario Vásquez Raña, que entre 18 de julho e 18 de agosto passaram a controlar 3,32% da Espírito Santo Saúde (ESS). Ou seja, o regulador financeiro está a avaliar se estas transações, feitas em vésperas do lançamento da OPA, configuram abuso de informação privilegiada. (Diário Económico)

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PSD quer cortes salariais no início de setembro: O PSD quer reformular o diploma dos cortes salariais logo no início de setembro e pediu, por isso, à Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, para marcar com urgência uma Comissão Permanente para que possa ser agendado um plenário. O diploma das pensões também vai a plenário. (Diário Económico)

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Aumento do IVA e das contribuições para a Segurança Social estão em aberto: O corte permanente das pensões foi chumbado, mas o diploma que cria a Contribuição de Sustentabilidade (CS) previa também o aumento do IVA (de 23% para 23,25%) e das contribuições para a Segurança Social, a chamada Taxa Social Única (de 11% para 11,2%), medidas cujo destino ainda está em aberto. A decisão será tomada a “breve prazo”, sendo que ainda não há uma posição final. (Público)

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