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Crédito à habitação

Guerra ao rubro no crédito à habitação: "Há margem para cortar ainda mais" nos spreads

Com o Bankinter a oferecer o spread mínimo mais baixo (1%) do mercado nacional de crédito à habitação, logo seguido pelo Banco CTT (1,10%), a guerra entre os bancos está cada vez mais renhida. Agora, o BPI veio anunciar a descida desta margem para 1,25%, igualando a oferta dos concorrentes BCP, Novo Banco e Santander Totta, e deixando para trás a CGD. Desde 2015, o spread médio nos empréstimos para a compra de casa já caiu mais de 34% e há margem para ofertas ainda mais competitivas, com preços mais baixos ao longo deste ano.

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Prestação da casa sobe ligeiramente em fevereiro

A prestação paga ao banco pelos clientes com crédito à habitação vai subir ligeiramente em fevereiro, face ao valor das últimas revisões. Um cliente com um empréstimo no valor de 150 mil euros a 30 anos, indexado à Euribor a seis meses com um spread de 1%, paga este mês 466,37 euros, mais 1,88 euros que o valor pago atualmente (desde a última revisão).

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Ter cartão de crédito para baixar o spread é boa opção? Simula propostas, aconselha Deco

O ‘cross-selling’, ou venda cruzada, é uma estratégia muitas vezes usada pelos bancos para ganhar ou fidelizar clientes. É usada, por exemplo, no crédito à habitação, através da contratação de um cartão de crédito para baixar o spread. Será esta uma boa alternativa? No artigo de hoje da rubrica Deco Alerta explicamos-te tudo sobre este assunto. 

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Luca Dugaro/Unsplash

Avaliação bancária de casas em máximos de 2008: está nos 1.220 euros por m2

O valor médio de avaliação bancária em Portugal atingiu os 1.220 euros por metro quadrado (m2) em dezembro, mais cinco euros que no mês anterior e mais 70 euros (6,1%) que no período homólogo. Segundo o INE, o valor está a subir há 21 meses consecutivos – desde abril de 2017 – e encontra-se em máximos de 2008.

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Juros da casa em máximos de agosto de 2016

Depois de ter recuado em novembro, a taxa de juro implícita no crédito à habitação voltou a acelerar no último mês de 2018, tendo-se fixado nos 1,053%. Trata-se do valor mais elevado desde agosto de 2016 (1,059%).

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Crédito para a compra de casa volta a acelerar

A concessão de crédito à habitação continua a acelerar. Em novembro do ano passado os bancos concederam 822 milhões de euros em empréstimos para a compra de casa, segundo os dados mais recentes do Banco de Portugal. Trata-se de uma subida de cinco milhões face a outubro e de mais de 30 milhões em relação a setembro.

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É em 2019 que a prestação da casa sobe de vez?

Nos últimos anos, os portugueses viram a prestação da casa baixar. E em 2019 como vai ser? A mensalidade a pagar ao banco pelo crédito à habitação vai subir de vez? Quem já pediu financiamento deverá ver a prestação aumentar, sobretudo no caso da taxa Euribor a 12 meses, que poderá entrar em terreno positivo este ano. E quem está a pensar “endividar-se” terá condições menos favoráveis que em 2018.

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Prestação da casa subiu ligeiramente este mês

A prestação do crédito à habitação subiu ligeiramente no início de janeiro de 2019, face ao valor das últimas revisões. Um cliente com um empréstimo no valor de 150.000 euros a 30 anos, indexado à Euribor a seis meses com um spread de 1%, paga desde o início deste mês 465,83 euros, mais 1,68 euros.

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Crédito à habitação em queda em novembro

Os empréstimos concedidos pelos bancos às famílias para a compra de casa diminuíram em novembro de 2018 face ao mês anterior. Segundo dados do Banco de Portugal (BdP), em novembro do ano passado, o stock do crédito à habitação era de 98.018 milhões de euros, menos 18 milhões que em outubro (98.037 milhões) e menos 716 milhões que em novembro de 2017 (98.734 milhões).

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Avaliação bancária de casas está a subir há 20 meses consecutivos

O valor médio de avaliação bancária em Portugal atingiu os 1.215 euros por metro quadrado (m2) em novembro, mais três euros (0,2%) que no mês anterior e mais 71 euros (6,2%) que no período homólogo. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), o valor está a subir há 20 meses seguidos – desde abril de 2017 – e encontra-se em máximos de 2008.

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