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Covid-19

Moratórias de crédito prolongadas até março de 2021 para combater a Covid-19

Agora é oficial. O Governo aprovou o prolongamento por mais seis meses, até 31 de março de 2021, da moratória que permite suspender o pagamento das prestações dos empréstimos bancários, nomeadamente do crédito à habitação. A medida foi anunciada pelo primeiro-ministro, António Costa, esta quinta-feira (4 de junho de 2020), no final do Conselho de Ministros que aprovou o Programa de Estabilização Económica e Social (PEES), que vai vigorar até ao final do ano e que contempla as medidas de resposta à crise causada pela pandemia do novo coronavírus.

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Moratórias no crédito prolongadas por mais seis meses – até 31 de março de 2021

As moratórias no crédito, nomeadamente à habitação, vão ser prolongadas por mais seis meses e de forma automática, o que significa que as famílias e as empresas afetadas pela pandemia do novo coronavírus só voltam a pagar as prestações ao banco no final do primeiro trimestre de 2021 – o prazo terminava em setembro deste ano.

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Previsões do PIB das principais economias mundiais para 2020

As principais economias mundias estão a sentir o impacto da pior crise dos últimos anos, devido à pandemia do novo coronavírus. Nas previsões para 2020, apenas China, Indonésia e Coreia do Sul devem ver o PIB melhorar, um cenário bem diferente do que se deverá verificar em Portugal, Espanha e Itália, por exemplo – nos dois últimos países, o PIB deverá mesmo recuar mais de 10%.

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Apoios a recibos verdes: trabalhadores independentes não têm (afinal) de prometer recomeçar em 8 dias

O formulário de acesso ao apoio extraordinário para os trabalhadores independentes em paragem total – concedido pelo Governo para dar resposta à crise da pandemia do novo coronavírus – vai ser alterado. A versão disponibilizada sábado (30 de maio de 2020) pela Segurança Social gerou dúvidas, por exigir uma declaração, sob compromisso de honra, de que o beneficiário retomaria a sua atividade no prazo de oito dias, um requisito que o Executivo decidiu, entretanto, retirar do formulário, que pode ser solicitado até dia 9 de junho.

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A “receita” dos promotores e investidores imobiliários para fintar a Covid-19 e relançar o setor

Relançar o programa de vistos gold, reduzir a taxa de IVA na construção nova para 6% e acabar com a cobrança do Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI) na habitação. Estas são algumas das medidas que constam no “Programa Relançar”, que foi lançado esta terça-feira (2 de maio de 2020) pela Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) e que tem como objetivo atrair investimento para o setor imobiliário e colocar Portugal no caminho da retoma económica no pós-Covid-19, gerando confiança dos investidores nacionais e estrangeiros.

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Remodelar a casa em tempos de Covid-19? Há 5 aspetos a ter em conta antes de pôr mãos à obra

Melhorar a habitabilidade da casa ajuda a prolongar a sua conservação. Uma conclusão a que muitas pessoas terão chegado com o confinamento, já que viveram e trabalharam “fechados" durante os últimos tempos – algumas assim continuam –, devido à pandemia do novo coronavírus. Mas há aspetos a ter em conta antes de pôr mãos à obra, sendo necessário pensar em todos os prós e contras, para se ter a certeza de que o investimento é canalizado para as áreas certas.

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Apoio às rendas: IHRU recebeu 1.772 pedidos de ajuda e recusou 16

O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) já recebeu 1.772 pedidos de empréstimos para apoio no pagamento da renda, sendo sido recusados 16, devido a incumprimento dos requisitos previstos na legislação que enquadra esta medida excecional e temporária de apoio aos arrendatários e inquilinos com quebra de rendimentos devido ao impacto da pandemia do novo coronavírus.

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Turismo parado: dormidas de estrangeiros de 16 países recuam mais de 90% em abril

O turismo foi, seguramente, um dos setores mais afetados pela pandemia do novo coronavírus. Os números divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) comprovam isso mesmo: em abril, o setor do alojamento turístico deverá ter registado 68,0 mil hóspedes e 193,8 mil dormidas, menos 97,1% e menos 96,7%, respetivamente, que em março, mês em que já se tinha verificado uma quebra mensal de 62,3% e 58,7%, pela mesma ordem.

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