O verdadeiro luxo não está em ostentar equipamentos, mas em fazer com que as tecnologias e utilidades se integrem na cozinha de forma invisível, elegante e funcional.
Há algo muito especial em acordar num hotel de cinco estrelas: a combinação perfeita entre conforto, silêncio, luz suave, materiais de qualidade e uma sensação quase cinematográfica de “tudo no lugar certo”.
Ano novo, vida nova... ou pelo menos, cozinha nova. Mas calma, não é preciso entrar em grandes obras nem gastar fortunas para dar um novo ar à divisão mais usada da casa.
Ninguém planeia uma nódoa de vinho tinto no sofá ou no tapete, mas seja num jantar com amigos, num almoço descontraído ou numa noite em família, o copo pode escapar e deixar uma marca difícil de ignorar.
As paredes brancas são uma escolha clássica: iluminam a casa, combinam com qualquer decoração e ajudam a criar uma sensação de amplitude. Mas também têm um “contra” porque mostram tudo: marcas de mãos, salpicos de comida, poeiras acumuladas, riscos causados por móveis e até a sujidade diária.
Quando o frio se instala a sério, a pergunta volta sempre: qual é afinal o melhor sistema de aquecimento para a casa? Se fizeres uma pesquisa rápida, encontras dezenas de soluções diferentes, todas apresentadas como eficientes, económicas ou sustentáveis.
Fazer obras em casa nem sempre implica quebrar paredes, trocar canalizações ou viver semanas no meio de pó e barulho. Há mudanças que, com um investimento reduzido e sem grandes trabalhos, podem transformar por completo o ambiente de uma divisão.
O anúncio da cor do ano 2026 trouxe uma verdadeira surpresa para os entusiastas de design, moda e decoração. Pela primeira vez desde que começou a eleger a "Cor do Ano", em 1999, o Pantone Color Institute escolheu um tom de branco como protagonista: Cloud Dancer (PANTONE 11-4201).
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