um estudo do ministério das finanças sobre a taxa social única (tsu), divulgado esta terça-feira, admite a possibilidade de um aumento de 2,19% sobre o iva de forma a compensar uma descida da taxa.
o dinheiro que o estado deixa de encaixar por tributar bens e serviços às taxas reduzidas de iva, em vez de os sujeitar à taxa normal, vai passar a ser classificado como "despesa fiscal" e a aparecer quantificado nos relatórios do orçamento do estado, a começar já em 2012.
o governo vai subir o iva já em julho e, de acordo com o diário de noticiais, ficará decidido em breve quais os produtos que sobem de 6% para 13% ou 23%.
o ano 2012 vai trazer contas mais pesadas para as famílias portuguesas. segundo o jornal de negócios, o peso da factura vai fazer-se sentir não só fora de casa, com congelamentos de salários e subida dos custos de transporte, mas também dentro do lar.
no ano passado, o fisco detectou 921 milhões de euros de imposto em falta, menos 26% face aos 1,2 mil milhões de euros identificados em 2009. de acordo com o diário económico (de), as empresas foram os principais alvos: 30.188 receberam a visita dos inspectores tributários.
um empresário em nome individual que use a sua casa como escritório não vai poder, em 2011, deduzir na declaração de iva a totalidade do imposto que suportou.
a sugestão é do secretário-feral da ocde e tem o aval de josé sócrates: para tapar o buraco orçamental e ter mais receitas, o governo poderá recorrer a um aumento do iva. a verificar-se este cenário, em 2011 portugal será o país da zona euro com o iva mais alto (23%), apenas a par da grécia e d
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