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Salário Mínimo volta ao debate depois das eleições europeias

O Governo agendou para dia 29 de maio, já depois das eleições europeias, o debate com os parceiros sobre o aumento do Salário Mínimo Nacional (SMN), tal como exigiu a UGT. O novo calendário foi marcado depois de a confederação patronal ter rejeitado debater o assunto antes das eleições, como o primeiro-ministrro chegou a sugerir.

A reforma do Estado ficou marcada para 5 de junho e a política de natalidade para dia 12 do mesmo mês. O que vai arrancar já hoje é a discussão sobre a contratação coletiva, que está a gerar polémica pela intenção do Governo de cortar suplementos no caso da caducidade de contratos, escreve o Diário Económico.

O ministério de Mota Soares deverá recuar nesta intenção desde que sejam reduzidos os prazos da caducidade (ver peça ao lado), mas a questão suscitou ontem polémica no Parlamento, com o deputado do PS Nuno Sá a acusar o Governo de estar a "esmagar"; a negociação coletiva.

Também o PCP e o BE acusaram o Governo de "aniquilar"; a contratação coletiva. O CDS, pela voz de Artur Rego, saiu em defesa do Governo, afirmando que a proposta era apenas uma base de trabalho.

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