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Grécia: as 6 medidas para o setor imobiliário que levaram o Syriza ao poder
GTRES

A Grécia disse no domingo que não à austeridade. O partido de esquerda Syriza conseguiu 36,3% dos votos nas eleições gerais e já chegou a acordo com o partido de direita nacionalista Gregos Independentes para formar um governo conjunto.

O programa eleitoral do partido de Alexis Tsipras, com o qual quase conseguiu a maioria absoluta, tem um custo total de aplicação de 12.000 milhões de euros e assenta em quatros pilares básicos: ultrapassar a crise humanitária, relançar a economia e promover a justiça fiscal, recuperar o emprego e transformar o sistema político.

Além disso, a habitação é um dos assuntos mais importantes para o Syriza, que propõe seis grandes medidas para democratizar o mercado imobiliário do país:

1 - Utilizar os edifícios vazios do governo, banca e igreja para alojar as pessoas sem casa.

2 - Colocar 30.000 casas à disposição das famílias com rendimentos baixos, e além disso pagar-lhes um subsídio de 3 euros por m2 em apartamentos de 30, 50 e 70 metros.

3 - Proibir os despejos da primeira habitação se está avaliada em menos de 300.000 euros.

- Estabelecer ajudas de até 30% dos seus rendimentos para as famílias que não conseguem pagas as prestações do crédito à habitação.

5 - Destinar 2.000 milhões de euros para a abolição da enfia (imposto sobre imóveis).

- Fornecer eletricidade gratuita a 300.000 lares que atualmente estão abaixo do limiar da pobreza.

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