O turismo em Portugal está a ganhar nova vida e cor, arrancando com calor e em boa forma o verão de 2023 esta quarta-feira, dia 21 de junho.
Todas as quintas-feiras abrimos as portas de uma casa de sonho. E desta vez partimos à descoberta de um imóvel especial.
Todas as quartas-feiras abrimos as portas de um hotel com encanto. E desta vez trazemos um exemplar (e história) diferente do habitual. Em causa está o complexo hoteleiro e residencial Lanzarote Sands Beach Resort, em processo de falência desde junho de 2017, que foi recentemente a leilão.
Mais habitantes, casas mais caras. A demografia e o imobiliário andam de mãos dadas. A mobilização das famílias para as cidades, vilas ou aldeias de Portugal, implica a procura de uma casa nova para viver, gerando novas dinâmicas nos negócios imobiliários.
O sol, mar, segurança e qualidade de vida brindam os três principais países do sul da Europa, convidando as famílias para viver. Mas aqui as casas para comprar continuam a ficar mais caras, de tal forma que em grandes cidades como Lisboa, Milão e Madrid foram registados preços das casas recorde em 2023, apontam os dados do idealista. A capital portuguesa foi a única cidade que superou os 5.000 euros por metro quadrado (euros/m2), sendo a mais cara das seis analisadas.
Todas as quintas-feiras abrimos as portas de uma casa de sonho. E desta vez apresentamos uma espetacular moradia em La Zubia (Granada), no país vizinho, avaliada em 2,5 milhões de euros. Trata-se de uma propriedade espetacular de 1.300 metros quadrados (m3) dividida em seis andares com 17 quartos e 12 casas de banho. A Sotheby’s vai leiloar esta mansão de luxo entre 9 e 16 de março.
O acesso à habitação em Amesterdão tornou-se uma verdadeira crise para o governo da cidade. O preço dos arrendamentos e a falta de oferta para comprar ou arrendar a um preço acessível, levou-os a tomar medidas como o congelamento de rendas abaixo dos 750 euros/mês, a aplicação de limites aos aumentos no mercado livre ou a proibição de compra como investimento no arrendamento. Além disso, comprometeram-se a construir 7.500 novas casas por ano, das quais cerca de 2.500 serão para arrendamento rotativo, com um período máximo de residência de 15 anos.
A pandemia da Covid-19 gerou um boom imobiliário mundial. Durante a crise marcada por vários períodos de confinamento, as famílias passaram a valorizar mais a casa e foram engordando as suas poupanças, fatores que aliados aos baixos juros dos créditos habitação ajudaram a impulsionar a procura de casas para comprar um pouco por todo o mundo. Foi por isso mesmo que os preços das casas à venda continuaram a aumentar mesmo durante a crise. Mas a consequência deste panorama é só uma: as famílias passam mais tempo a pagar a casa, sendo precisos cada vez mais anos de salário para o fazer.
Todas as quintas-feiras apresentamos uma casa de sonho, e desta vez viajamos até Itália, mais precisamente a Castello di Serravalle, uma aldeia que está situada a meio caminho entre Bolonha e Modena, no norte de Itália, onde um palácio do século XVIII está agora à venda no idealista por 1,98 milhões de euros.
Encontrar uma casa para comprar compatível com os orçamentos das famílias tornou-se mais difícil desde o início de 2020. Foi nessa altura que a pandemia da Covid-19 entrou nas nossas vidas e tudo mudou, criando a necessidade de mudar de casa. Desde então, a subida dos preços das casas à venda tem vindo a acelerar em vários países do mundo, Portugal incluído. Mas os rendimentos das famílias não têm acompanhado esta evolução - e agora estão pressionados pela alta inflação que se faz sentir. Em resultado, o acesso à habitação caiu depois da pandemia na maioria dos países europeus que pertencem à OCDE. E Portugal é o terceiro país onde está mais difícil comprar casa desde então.
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