Redação

Preço das casas em Portugal

Casas à venda em Portugal: preço volta a subir 2,8% no 2º trimestre

As casas à venda em Portugal continuam a ficar mais caras (embora a menor ritmo), agravando cada vez mais o problema de acesso à habitação que hoje assola o país. É isso mesmo que revela o índice de preços do idealista, editor deste boletim: o preço das casas em Portugal subiu 2,8% no segundo trimestre do ano face ao trimestre anterior, uma evolução que fixou o custo mediano da habitação nos 2.683 euros por metro quadrado (euros/m2) no final de junho. Este é um cenário visível em quase todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 18 capitais de distrito entre abril e junho, com Ponta Delgada a liderar as subidas (8%). As casas também ficaram mais caras em Lisboa (1,3%) e no Porto (0,9%). Já em relação à variação anual, os preços das casas no país subiram 7%.
Inflação cai em Portugal

Taxa de inflação volta a baixar em Portugal – 2,8% em junho

A inflação em Portugal tem vindo a oscilar nos últimos meses. Depois de ter subido em maio face a abril, a taxa de inflação homóloga voltou a recuar em junho, neste caso face a maio. Segundo dados provisórios divulgados esta sexta-feira (28 de junho de 2024) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), fixou-se em 2,8%. 
Las causas por las que los precios de la vivienda volverán a subir a nivel mundial

Preços das casas voltam a subir a nível global: porquê?

Está em curso um novo ciclo de alta no setor imobiliário? Em abril, o índice de preços das casas em todo o mundo, excluindo a China, subiu mais de 3% em termos homólogos. Os preços das casas nos EUA estão 6,5% mais altos do que há um ano, os da Austrália aumentaram 5%, e em Portugal seguem a mesma tendência. Em outros países, o mercado parece surpreendentemente forte, face às altas taxas de juros.
Presidente da Healthcare Activos, Jorge Guarner

Healthcare Activos lança fundo imobiliário de 650 milhões na Europa

A Healthcare Activos, plataforma imobiliária dedicada ao setor da saúde, lançou um veículo de investimento que terá 650 milhões de euros para investir nos próximos anos em mercados europeus como Alemanha, França, Bélgica, Irlanda, Itália e Portugal. A empresa detalhou em comunicado que o