as rendas do comércio de rua, escritórios e armazéns industriais da grande lisboa deverão baixar devido ao contexto económico do país, acredita paulo silva, director da consultora aguirre newman portugal, durante a apresentação de um estudo imobiliário sobre lisboao especialista revela ainda que há
lisboa é, segundo o estudo "office space across de world 2011", divulgado pela cushman & wakefield, uma das cidades que cobra rendas mais reduzidas pelos seus escritórios, tendo descido nove posições no respectivo ranking: está em 49º lugar numa lista de 68 cidades.
o antigo pequeno centro comercial sétima avenida, em lisboa, vai dar lugar ao espaço amoreiras, um edifício de escritórios desenhados à medida de cada cliente.
a torre ocidente do complexo do centro comercial colombo, em lisboa, foi lançada no mercado esta semana e, apesar de o mercado de escritórios estar em crise, reina o optimismo entre os membros da sociedade que detêm o projecto – caixa geral dos depósitos, sonae sierra, ing real estate e iberdrola im
a procura de escritórios em lisboa registou, em 2010, a menor absorção da última década, com o mercado a absorver menos 8% dos espaços disponíveis, revela um estudo da consultora aguirre newman.
o investimento imobiliário em portugal rondou os 600 milhões de euros em 2010, um montante semelhante aos anos anteriores, apesar da fuga dos investidores estrangeiros preocupados com a credibilidade do país, indica um relatório da cushman&wakefield (c&w).
a área de escritórios colocada no mercado em lisboa foi, nos primeiros nove meses do ano, inferior à resgistada em igual período de 2009.
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