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Tétris reforça aposta na hotelaria e renova 27 ‘villas’ do Onyria Quinta da Marinha

As ‘villas’ dispõem dos serviços de apoio do Onyria Quinta da Marinha Hotel e foram totalmente remodeladas para integrar áreas mais amplas e arejadas.

Tétris
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Autor: Redação

A empresa de arquitetura e construção do grupo JLL, Tétris, continua a consolidar a sua atividade no setor hoteleiro e turístico, e acaba de remodelar um conjunto de 27 ‘villas’ inseridas no Onyria Quinta da Marinha, a 5 minutos da vila de Cascais. As ‘villas’, de tipologia T1 e T2, dispõem dos serviços de apoio do Onyria Quinta da Marinha Hotel e foram totalmente remodeladas para integrar áreas mais amplas e arejadas, tendo a obra decorrido por um período recorde de cinco meses.

A Tétris, que foi responsável pela execução integral da obra, colabora pela segunda vez com o Grupo Onyria na Quinta da Marinha, tendo sido responsável anteriormente pela obra de renovação dos 198 quartos da unidade hoteleira de 5 estrelas presente neste empreendimento de luxo.

Carlos Cardoso, managing director da Tétris Portugal, evidencia a importância desta nova obra, que lhes permite reforçar a presença no segmento hoteleiro e turístico, onde estão a "apostar fortemente". "Este é um setor desafiante e complexo, onde consideramos que podemos aportar um valor acrescentado muito importante para o cliente, dada a nossa experiência e rigor em termos de cumprimento de prazo, orçamentos e qualidade de execução", comenta, citado num comunicado enviado às redações. 

Carlos Cardoso, managing director da Tétris Portugal / Tétris
Carlos Cardoso, managing director da Tétris Portugal / Tétris

As vantagens do modelo Open Book

Estamos ativamente à procura de oportunidades no setor hoteleiro e turístico, para o qual podemos aportar muitas vantagens a nível de serviço. Desde logo, com recurso a processos de gestão e fornecimento pró-ativos como é o caso do modelo Open Book, de que esta obra mais recente na Quinta da Marinha é um excelente exemplo. É um processo que permite importantes poupanças de custos e sobretudo de tempo, que são cruciais em qualquer setor, mas ainda mais na área hoteleira, especialmente neste tempo de pandemia”, acrescenta Gonçalo Valente, Business Developer da Tétris e JLL.

Sugerido, neste caso concreto, pela Tétris ao cliente, o modelo Open Book é um processo evolutivo em que se faz a consulta ao mercado de materiais e fornecedores à medida que a obra vai progredindo, sem necessidade de concurso e definindo-se uma margem de faturação à cabeça, bem como um valor fixo de estaleiro.

"Tal processo tem a grande vantagem de permitir otimizar o tempo de concretização das obras e a gestão do orçamento garantido ao cliente que o mesmo não é excedido. Neste caso concreto, a obra foi executada em menos 2 meses do que o inicialmente previsto, por se ter abdicado de um processo tradicional de concurso. Com este processo Open Book, o cliente recebe um produto de qualidade, de acordo com os parâmetros arquitetónicos desejados, dentro do orçamento previsto, otimizando o prazo e, obtendo assim, uma rentabilização extra", lê-se ainda.