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A dona da Zara vai mudar depois do verão... já sabes como?

Autor: Redação

A rentrée vai marcar uma viragem na história do grupo Inditex. Os espanhóis donos de marcas como a Zara, Pull&Bear, Massimo Dutti, Bershka e Oysho, entre outras marcas, arrancam em setembro com um plano estratégico ambiental para a empresa que passa por construir um modelo de economia circular para o ciclo de produção. O objetivo é desenvolver a responsabilidade social deste gigante da modaque em 2015 criou 15800 novos postos de trabalho e tem mais de 7000 lojas em 88 países do mundo.

O modelo de eco-eficiência, segundo conta o Dinheiro Vivo, foi já implementado em 3700 lojas do grupo e, nos planos para o período 2016-2020, a estratégia passa por construir um modelo de economia circular para o ciclo de produção. A informação foi veiculada por Pablo Isla, CEO da Inditex numa reunião com os parceiros para fazer um balanço do plano ambiental levado a cabo pela Inditex entre 2011 e 2015. O grupo, que em 2015 criou 15800 novos postos de trabalho, tem mais de 7000 lojas em 88 países do mundo.

Isla, tal como indica o jornal, avançou que o projeto passa por desenvolver uma coleção Inditex que tenha como base peças recicladas e reutilizadas: a partir de setembro, a Zara espera começar a testar um modelo de recolha de peças velhas sempre que os clientes escolham entregas em casa nas suas compras online. 

Além da recolha de peças em casa, acrescenta o Dinheiro Vivo, a Inditex vai instalar entre 1500 e 2000 contentores nas principais cidades espanholas, em colaboração com a Cáritas. 

Modelo circular de produção

Além das iniciativas de responsabilidade social, setembro vai também marcar o investimento da Inditex em desenvolvimento e pesquisa de novas tecnologias de reciclagem, com o objetivo de apostar no modelo de economia circular, tão questionado nas marcas de fast fashion.

Dessa aposta faz parte a parceria entre a Inditex e a Lenzing, um produtor austríaco de fibra têxtil a partir de plantas chamada lyocell tencel. O programa piloto arranca com uma contribuição de 500 toneladas de lixo têxtil mas a Inditex quer chegar às 3000 toneladas até 2020.