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Cohousing ou uma forma diferente de viver... em consenso e com poupanças

Autor: Redação

O Cohousing surgiu na década de 1970 na Dinamarca e caracteriza-se por ser uma alternativa ao modelo de habitar tradicional. Uma nova forma de viver que nasceu porque um grupo de famílias ansiava por uma vizinhança que oferecesse um verdadeiro senso de comunidade inexistente em subúrbios ou em apartamentos.

Segundo o site Jardim do Mundo, apesar de haver vários tipos de cohousing, todos partilham alguns elementos arquitetónicos e sociais. Por exemplo, quando um determinado projeto residencial está a avançar, todos os futuros residentes devem participar no respetivo planeamento, sendo que depois são todos responsáveis pela sua manutenção. E mais: decisões de interesse da comunidade são tomadas em encontros entre os moradores e impera o consenso.

Na prática, os moradores têm casas individuais privadas, mas dispõem de espaços comuns que são considerados complementos das suas áreas privadas. O objetivo é, claro está, aproximar os moradores, diminuir o custo de vida, promover o sentimento de partilha e reciclar recursos, por exemplo.

Este espírito de viver em solidariedade e de forma simples parece ainda não ter muitos adeptos em Portugal, mas já chegou em força ao Brasil e a Espanha, entre outros países.