Taxa de poupança das famílias

Taxa de poupança das famílias recua para 12,1% na primavera

A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no segundo trimestre de 2026, face a 12,4% no trimestre anterior, divulgou esta quarta-feira (dia 23 de setembro) o Instituto Nacional de Estatística (INE).Segundo o INE, o crescimento do Rendimento Disponível Bruto (RDB), co
IRS va descer, revela Luís Montenegro

IRS vai descer até ao sexto escalão e pensionistas terão suplemento

O primeiro-ministro anunciou a atribuição de um suplemento extraordinário para os pensionistas que recebem até 1.611 euros e um alívio fiscal até ao sexto escalão do IRS. O alívio será sentido já nos salários de novembro, sendo esta a quinta descida do IRS desde que Luís Montenegro é chefe de Governo.
Remunerações em Portugal

Remuneração bruta total mensal dos trabalhadores cresce em média 1,8%

A remuneração bruta total mensal por trabalhador em Portugal aumentou em média 1,8% no segundo trimestre, em comparação com o mesmo período de 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Não sendo considerada a variação do Índice de Preços do Consumidor (IPC), a remuneração bruta total média aumentou 5,1% no período em análise para 1.835 euros.
Comprar uma casa sozinho

Viver sozinho: arrendar T0 exige salário mais alto do que comprar

O acesso à habitação em Portugal continua a ser particularmente desafiante para quem vive sozinho. Tanto as casas à venda como para arrendar têm altos preços, os quais têm vindo a subir muito mais rápido do que os salários. Neste cenário, arrendar casa parece ser mais difícil do que comprar. A mais recente análise do idealista, editor desta newsletter, revela isso mesmo: uma pessoa que queira viver sozinha no país precisa, hoje, de ter um rendimento superior para arrendar um T0 do que para o comprar, evidenciando a forte pressão que continua a existir no mercado de arrendamento.
Dívida das famílias

Famílias mais endividadas: peso da dívida no rendimento está a subir

Desde o quarto trimestre de 2024 que o endividamento dos particulares – inclui famílias, empresários em nome individual e instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias – está a aumentar em Portugal. Nos primeiros três meses do ano, ascendeu a 71,5%, o que significa que por cada 100 euros de rendimento disponível, as famílias têm 71,5 euros de dívida.
Redução do IRS

Descida do IRS em 2026 deixa classe média fora dos maiores ganhos

As medidas fiscais e sociais previstas no Orçamento do Estado para 2026 (OE2026) vão aumentar o rendimento disponível das famílias, mas de forma desigual. O desagravamento do IRS beneficia sobretudo os escalões mais elevados, enquanto os reforços de apoios sociais, como o Complemento Solidário para Idosos (CSI) e a atualização do mínimo de existência, protegem os rendimentos mais baixos. Para a classe média, que fica entre estes extremos, os ganhos serão residuais.
Limpeza da casa

Salário médio de trabalhadores domésticos é inferior a 360 euros

O salário médio dos trabalhadores do serviço doméstico declarado à Segurança Social (SS) é inferior a 360 euros, abaixo do Salário Mínimo Nacional (SMN), segundo dados oficiais. De acordo com estatísticas enviadas à Lusa pelo Instituto da Segurança Social (ISS), em dezembro de 2024, um trabalhador recebia, em média, 358 euros. O Governo quer, de resto, acabar com a criminalização da não declaração do trabalho do serviço doméstico, sendo que a mudança não isenta os empregadores da obrigação de comunicar a contratação de uma empregada de limpeza à SS.
Taxa de esforço na habitação

Rendas pesam mais nos salários – esforço na compra de casa estabiliza

O acesso à habitação em Portugal continua a agravar-se, com os preços das casas a subir muito mais que os salários das famílias. Embora as rendas estejam a perder ritmo de crescimento, a sua evolução foi suficiente para que o esforço financeiro exigido para arrendar casa no país tenha aumentado para 83% no segundo trimestre de 2025, mais ponto percentual (p.p.) face há um ano. Já na compra de habitação, a taxa de esforço nacional manteve-se estável nos 71% durante esses dois momentos, o que pode refletir um contrabalanço entre a subida do preço das casas e a queda dos juros no crédito habitação, sugere a mais recente análise do idealista, editor desta newsletter.
Rendimento mediano nacional

Salários: rendimento mediano está a crescer – mas de forma desigual

Em 2023, o rendimento mediano declarado pelos portugueses, depois de deduzido o IRS, fixou-se em 11.446 euros anuais. Este valor representa uma subida de 7,2% face a 2022 e mostra que o rendimento está a crescer no país — embora de forma desigual. Ao todo, 71 municípios ultrapassaram a média nacional, com destaque para Oeiras (15.862 euros), Lisboa (14.282 euros) e Alcochete (13.654 euros).
Salários em Portugal

Salário médio real aumenta – mas despesas com a casa também (e muito)

Num ano, em 2024 face a 2023, o salário médio real (já descontando os efeitos da inflação) subiu 182 euros, de 1.261 euros brutos para 1.443 euros brutos. Já o salário médio aumentou de 1.505 euros para 1.602 euros enquanto o salário mínimo cresceu de 760 euros para 820 euros. No entanto, as despesas com a habitação aceleraram (muito) nos últimos, tendo o peso dos encargos com a casa saltado de menos de 20% em 2000 para mais de 39% em 2023.
Taxa de esforço na compra de casa

Comprar casa: municípios do Algarve têm as taxas de esforço mais altas

Antes de comprar casa, as famílias têm em conta uma série de fatores, como é o caso do preço da habitação, localização, áreas, estado de uso, a par do custo do financiamento bancário, que soma às despesas domésticas que têm de assumir. Um dos critérios mais relevantes é, por isto mesmo, a taxa de esforço, que mede o peso da prestação da casa sobre os rendimentos médios da família e difere ao longo do país. O que os dados analisados pelo idealista revelam é que o Algarve concentra 6 dos 10 municípios onde a taxa de esforço das famílias para a compra de uma habitação é maior no terceiro trimestre de 2024.