Notícia do dia 30 de março de 2015

Prestação da casa mais barata em abril

Prestação da casa mais barata em abril

Os encargos com o crédito à habitação não param de baixar, nomeadamente no que diz respeito à mensalidade a pagar ao banco pelo empréstimo concedido para a compra de casa. Em abril, a prestação a pagar vai descer entre 0,7% e 4,9%, consoante a taxa Euribor indexada ao contrato.
INE vai visitar 18 mil famílias para saber as reais condições de vida em Portugal

INE vai visitar 18 mil famílias para saber as reais condições de vida em Portugal

Uma grande operação estatística está prestes a arrancar em Portugal. No total, serão 250 técnicos do Instituto Nacional de Estatística (INE) no campo, até ao final do ano para desenvolver o novo Inquérito às Despesas das Famílias 2015 (IDEF 2015). E para traçar uma verdadeira radiografia das condições reais de vida no país, as equipas do INE vão visitar mais de 18 mil famílias dentro das suas casas.

Portugueses resgatam cada vez mais PPR para pagar crédito à habitação

Com a "brecha" legislativa de 2012, que permite o acesso aos Planos de Poupança-Reforma (PPR) para o pagamento de prestações em atraso ou futuras de créditos à habitação, sem a perda de benefícios fiscais associados, há cada vez mais portugueses a resgatar estes fundos. Em 2014, foram levantados 12,1 milhões de euros de 37.790 contratos de PPR, contra 7,7 milhões de euros de 20.483 contratos em 2013.
Bancos compensam descida das Euribor com aumento dos spreads

Bancos compensam descida das Euribor com aumento dos spreads

Os bancos compensaram a descida das taxas Euribor verificada nos últimos anos com o aumento da margem retirada ao cliente, ou seja, o spread. Os contratos mais antigos de crédito à habitação têm beneficiado da baixa da componente dos juros e os mais recentes têm sido penalizados com o aumento dos spreads. Se juros e spread pesam agora 25% na despesa com o empréstimo da casa, em 2003 serviam para pagar metade da prestação.

PT perde 2,5 mil milhões com transferência para Oi e Rioforte

A combinação de negócios entre a PT e a Oi e pela futura venda dos negócios em Portugal à Altice provocaram perdas de 2,5 mil milhões de euros para a PT no ano passado. Sem estes efeitos contabilísticos não recorrentes, a dona da MEO teria registado prejuízos de 100 milhões, segundo o comunicado enviado ao regulador do mercado CMVM esta sexta-feira, 27 de março.