Há edifícios que não se limitam a ocupar espaço. Mudam a forma como olhamos para uma cidade, reescrevem a paisagem e tornam-se cenário silencioso de novas rotinas urbanas. Em Lisboa, junto ao Tejo, nasceu um desses protagonistas discretos mas incontornáveis: a nova sede da EDP. Um colosso de betão aparente e luz, desenhado para trabalhar, mas também para ser vivido, atravessado e observado. O portal internacional de arquitetura ArchDaily elegeu este projeto como “Building of the Year 2026”, na categoria de Escritórios – e, no centro desta história, está uma construtora de Braga que fez do betão uma espécie de assinatura: o grupo DST.