a cimenteira cimpor fechou o primeiro semestre com prejuízos de 75 milhões de euros, bem menos que os 204,8 milhões registados nos primeiros seis meses do ano passado.
o grupo galilei vai construir uma fábrica de cimento em angola, na província de benguela, e terá como parceiro a alemã heidelberg, um dos gigantes mundiais do negócio do cimento.
em janeiro e fevereiro a actividade da construção caiu 19,9% no país, tendo-se agravado a tendência negativa registada no ano passado. uma das consequências é a quebra na produção de cimento, cuja procura caiu 34% até fevereiro.
a administração da cimpor anunciou, segunda-feira, que vai propor a distribuição de um dividendo de 0,0162 euros por acção relativo ao exercício do ano passado.
a cimenteira secil anunciou recentemente um despedimento colectivo que abrange 56 trabalhadores. agora, e para fazer face à crise, a empresa liderada por pedro queiroz pereira vai avançar com um programa alargado de redução de custos nas operações no mercado nacional.
a cimenteira secil vai dispensar 56 trabalhadores na sequência de um despedimento colectivo. em causa está, segundo uma fonte oficial da empresa, a “inquestionável necessidade de redução da dimensão da estrutura e dos custos”.
a cimpor aprovou um processo de reestruturação que prevê a redução de 60 trabalhadores, através de 40 pré-reformas e 20 rescisões por mútuo acordo, com o objectivo de ajustar a estrutura da empresa à realidade do país o presidente do conselho de administração da cimpor, daniel proença de carvalho,
os resultados da cimenteira cimpor mudaram bastante num ano. se no primeiro semestre de 2011 a empresa teve lucros de 132 milhões de euros, nos primeiros seis meses deste ano verificou-se um prejuízo de 204,8 milhões de euros.
na sequência da oferta pública de aquisição (opa) do grupo brasileiro camargo corrêa à cimpor ficaram muito poucas acções da cimenteira portuguesa na bolsa.
a intercement, do grupo camargo corrêa, que no passado mês de junho passou a responder por mais de 94% da cimpor, apresentou esta segunda-feira a proposta de reorganização e troca de activos à cimenteira portuguesa.
os principais bancos credores da cne-cimentos nacionais e estrangeiros pediram a liquidação da cimenteira detida maioritariamente pela galilei, ex-sociedade lusa de negócios (sln), através da plêiade.
o conselho administrativo de defesa económica (cade) aprovou, por unanimidade, a compra do controlo da cimenteira portuguesa cimpor pela brasileira camargo corrêa, sob a condição da votorantim sair do capital da companhia no brasil.
o grupo brasileiro camargo corrêa é, a partir desta segunda-feira (dia 25), o maior accionista da cimpor, com cerca de 95% do capital da cimenteira portuguesa.
o grupo brasileiro camargo corrêa já tem mais de 60% da cimpor, sendo que ficará com pelo menos 86% da cimenteira quando assumir a posição da votorantim, a segunda maior accionista.
a caixa geral de depósitos (cgd) esperou praticamente até ao final do prazo da oferta pública de aquisição (opa) – termina esta terça-feira às 15h30 –, mas aceitou vender a participação de 9,6% na cimpor ao grupo brasileiro camargo corrêa, que oferece 5,5 euros por título.
a votorantim aceitou a oferta pública de aquisição (opa) feita pelo grupo brasileiro camargo corrêa sobre a cimpor, tendo imposto apenas uma condição: ser a camargo corrêa a assumir os encargos da operação.
a intercement, controlada pelo grupo brasileiro camargo corrêa, rejeitou a proposta de fusão apresentada pela administração da cimpor, por considerar que põe em causa o futuro da cimenteira e não assegura a saída da votorantim, o segundo maior accionista – e também brasileiro.
a cimpor apresentou resultados líquidos de 49 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, menos 15,4% face aos 57,9 milhões de euros registados no mesmo período do ano passado.
a intercement, do grupo camargo corrêa, “pretende manter a sede e o centro de decisão da cimpor em portugal, bem como a marca cimpor”, se a oferta pública de aquisição (opa) se concretizar. a garantia foi dada pelo presidente da intercement, josé édison barros franco, em comunicado.
pedro queiroz pereira reúne-se esta quarta-feira com a administração da caixa geral de depósitos (cgd) para discutir uma nova proposta para a compra da participação do banco estatal na cimpor, avançando assim com outra alternativa à oferta pública de aquisição (opa) da camargo corrêa.
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