Desde 2016, ano em que foi lançado, o e-leilões vendeu 7,6 mil milhões de euros em bens penhorados, sobretudo imóveis. Foram realizados ao todo, até 2024, 92.536 leilões, o que dá uma média de 10 mil por ano. Imóveis (64%), direitos, como heranças e quotas de sociedades (14%), e veículos e mobiliário (7%) foram os ativos mais licitados, mas, em procura e em valor, o imobiliário lidera de forma destacada.
Com os preços das casas em alta no país, são muitos os portugueses que, podendo, juntam as respetivas poupanças com o objetivo de comprar casa. Segundo o estudo “Consumer Sentiment Survey 2024” da Boston Consulting Group (BCG), divulgado a propósito do Dia Mundial da Poupança, que se celebrou a 31 de outubro, comprar casa é uma prioridade para a alocação da poupança para 22% dos inquiridos, dois pontos percentuais (p.p.) acima do ano passado. Segue-se a compra de um carro (13%) e outros bens de consumo (10%), percentagens que se mantêm inalteradas face à edição anterior do estudo.
A compra de uma casa revela-se um processo bastante complexo nos dias que correm. Além de se ter de lidar com um mercado que se apresenta bastante difícil de dominar, há preços bastante elevados que se devem evitar para se conseguir assegurar um bom negócio.
Comprar casa envolve uma pesquisa minunciosa dos imóveis existentes no mercado. Analisamos por tipologia, zonas e preços. Quando pretendemos adquirir uma casa por um preço mais acessível, existem várias hipóteses, entre as quais as casas penhoradas.
Numa altura em que comprar casa é cada vez mais caro – os preços subiram 9,2% num ano –, os leilões podem ser uma boa alternativa, e a possibilidade de se conseguir fazer bons negócios uma realidade. Os descontos chegam a variar entre 25% e 50%, sendo que podem ser ainda bem maiores.
São, ao todo, 106 imóveis que estão na posse do Novo Banco que vão a leilão no fim de semana de 16 e 17 de julho, sábado e domingo, respetivamente. Em causa estão imóveis localizados de norte a sul do país, sendo que o valor base total de licitação ronda os 5,5 milhões de euros.
a estradas de portugal (ep) vai leiloar dois imóveis de que dispõe no distrito de faro, no algarve. a sociedade anónima de capitais públicos espera arrecadar, pelo menos, 240 mil euros com a venda dos referidos imóveis.
no segundo semestre do ano e no início de 2012, o número de casas penhoradas à venda vai aumentar. esta é, pelo menos, a convicção de ricardo sousa, administrador da imobiliária century 21.
a compra de casas em leilão é uma opção cada vez mais utilizada pelos portugueses, que no ano passado adquiriram cerca de 2.600 imóveis com recurso às leiloeiras, um aumento de 30% face às que foram vendidas em 2009, ano em que foram arrematadas cerca de duas mil.
as casas estavam mais baratas em outubro, com uma desvalorização mensal de 0,3%, revela a agência financeira. no caso das casas novas, a redução foi de 0,7% e nas usadas de 0,1%.
a segurança social publica hoje anúncios relativos à venda de 266 bens penhorados, entre os quais 67 imóveis e 191 veículos de passageiros e de mercadorias.
o sil - salão imobiliário de portugal começa já esta quinta-feira, na feira internacional de lisboa (fil), com cerca de 300 expositores, entre eles algumas autarquias que ali se apresentam pela primeira vez.
os bancos são obrigados a disponibilizar aos clientes os relatórios das avaliações bancárias que fazem dos imóveis, segundo a agência financeira (af) o banco de portugal enviou uma carta circular às instituições bancárias portuguesas com esta medida que faz parte de um “código de conduta” que o regu
se comprar uma casa, mas não for viver para lá no espaço de seis meses a contar da data de aquisição vai perder o direito à isenção do imposto municipal sobre transmissões (imt). o diário económico teve acesso à versão preliminar da proposta do orçamento do estado para 2011 onde estão previstas
o número de casas vendidas em 2009 caiu 16% face a 2008, ficando nas 146 mil unidades, de acordo com os números do instituto nacional de estatística (ine), no entanto, comparando com a situação dos outros países europeus, as quebras foram menores em portugal, tanto nas transacções como nos preços mé
a área metropolitana de lisboa tinha, no segundo trimestre deste ano, 138 mil casas à venda, das quais 66% (91 mil unidades) são fogos usados e os restantes 34% (47 mil) alojamentos novos.
o índice confidencial imobiliário (ici), que mede a evolução da valorização dos imóveis residenciais, cresceu 0,9 por cento, até agosto, em portugal continental, seguindo a tendência que se tem vindo a verificar nos últimos meses.
a partir do próximo mês os bancos vão ser obrigados a entregar a ficha de informação normalizada (fin) do crédito à habitação quando o cliente fizer uma simulação.
as taxas de vendas de imóveis em leilões da banca não param de subir. seja para investimento ou compra de casa própria, a verdade é que ao longo deste ano já foram vendidas cerca de 1.600 casas em leilão.
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