famílias poupam mais de 300 euros com empréstimos da casa
boas notícias em tempos de crise. nos primeiros seis meses do ano, as famílias portuguesas conseguiram poupar, em média, 376 euros com o crédito à habitação face ao mesmo período do ano passado.
portugueses recorrem menos aos empréstimos para a casa
os portugueses estão a pedir menos dinheiro emprestado à banca para comprar casa. uma situação, de resto, que se deve manter nos próximos meses, segundo o inquérito aos bancos sobre o mercado de crédito realizado pelo banco de portugal (bdp).
crédito à habitação: juros voltam a descer em junho (gráficos)
comprar casa recorrendo a empréstimos bancários é hoje mais barato que no passado. isto porque, em junho, a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação desceu para 1,416%, menos 0,015% que em maio.
mediadoras dizem que banca voltará a emprestar dinheiro para a casa
pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa é cada vez mais complicado, já que a banca está a dificultar o acesso ao crédito à habitação.
juros e prestação da casa descem em maio
a taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação baixou em maio para 1,431%, o que implicou, por sua vez, uma queda na prestação média paga pelos portugueses no crédito à habitação.
novos empréstimos só cobrem dois terços do valor da casa
os bancos já emprestaram 73% do valor definido pelo avaliador da casa mas agora só dão dois terços desse mesmo valor.



bancos sobem avaliação das casas pela primeira vez num ano (gráficos)
em abril, o valor médio de avaliação bancária realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação situou-se em 984 euros por m2, mais 0,3% (três euros por m2) que em março, mês em que a avaliação bancária caiu 1,7%.
regras europeias para evitar bolhas imobiliárias entram em vigor em 2015
a união europeia (ue), a comissão europeia (ce) e o parlamento europeu (pe) chegaram a acordo relativamente ao texto da primeira directiva comunitária no âmbito do crédito à habitação, que visa evitar a criação de bolhas no sector imobiliário.
prestação da casa desce este mês
boas notícias para quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar casa.
créditos à habitação de ex-funcionários do bpn assegurados pela cgd
os funcionários dispensados pelo bpn terão os respectivos créditos à habitação garantidos pela caixa geral de depósitos (cgd). em causa está um acordo entre o banco bic, o novo dono do bpn, e o estado, com o processo a ficar entregue ao banco estatal.
juros nos novos créditos à habitação descem há um ano
as taxas de juros que os bancos estão a pedir nos novos empréstimos para a compra de casa caíram ligeiramente em janeiro para 3,28%, face aos 3,39% verificados no mês anterior.
prestação da casa sobe nos créditos indexados à euribor a três meses
a prestação da casa, que está nos níveis mais baixo de que há registo – quem tem crédito à habitação indexado à taxa euribor a três meses beneficiou de revisões em baixa nas últimas cinco sessões –, vai aumentar ligeiramente em março.
prestação da casa deve manter-se baixa este ano
esta é uma das poucas notícias positivas para as famílias portuguesas. em tempo de crise, de austeridade e de dificuldades financeiras, a prestação da casa, que no ano passado desceu para níveis históricos, deve continuar a cair este ano.
crédito mal parado atinge valor recorde de cinco mil milhões
o crédito mal parado atingiu em outubro o valor mais elevado dos últimos 15 anos, já que foi em 1997 que o banco de portugal (bdp) começou a registar estes dados.
casas desvalorizam 219 euros desde 2006 (gráficos)
em dezembro de 2006, quando os preços das casas estavam no pico, os bancos estavam a avaliar os imóveis em média por 1.245 euros por m2, mais 219 euros (18%) que em outubro deste ano: 1.026 euros por m2.
crédito à habitação: aumentam os “spreads” e os custos de abertura de processo
pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa é cada vez mais complicado, porque os bancos estão a fechar a torneira ao crédito à habitação. uma tendência que se vem acentuando há algum tempo, sobretudo desde 2008.
deco quer impedir subida dos “spreads” no crédito à habitação (gráfico)
a associação portuguesa para a defesa dos consumidores (deco) quer que o governo impeça a subida dos “spreads” no crédito à habitação, impondo limites nas margens que os bancos podem cobrar, à semelhança do que acontece nos financiamentos ao consumo.