radiografia do dia: em que países se trabalha mais?

radiografia do dia: em que países se trabalha mais?

o gráfico em cima indica quais são os países onde se trabalha mais e menos ao longo do ano. a liderar a lista estão os mexicanos e os sul-coreanos, que trabalham mais de 2.050 horas por ano (cada cidadão). em sentido oposto encontram-se alemães, noruegueses e belgas.
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governo admite suavizar ces para reformados do estado: o governo está a estudar uma suavização do impacto da contribuição extraordinária de solidariedade (ces) sobre os pensionistas do estado.
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menezes excedeu em 70% o orçamento para propaganda de rua: as previsões feitas pela candidatura de luis filipe menezes à câmara do porto para o aluguer de estruturas metálicas para cartazes e telas e produção de outdoors já derraparam 70%.
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cortes de mil milhões de euros na despesa “nas mãos” do tc: os juízes do tribunal constitucional (tc) preparam-se para analisar cortes na despesa que podem chegar aos mil milhões de euros.
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ps admite recorrer ao tribunal constitucional para travar corte nas pensões: o ps admite recorrer ao tribunal constitucional para travar o corte médio de 10% nas pensões da caixa geral de aposentações.
radiografia do dia: evolução da taxa de desemprego em portugal

radiografia do dia: evolução da taxa de desemprego em portugal

a taxa de desemprego estimada para o segundo trimestre do ano foi de 16,4%. segundo o instituto nacional de estatística (ine), trata-se de um valor superior em 1,4% quando comparado com o mesmo período do ano passado, mas inferior em 1,3% face aos primeiros três meses do ano.
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sindicatos podem receber amanhã proposta de cortes nas pensões: o diploma sobre os cortes nas pensões do estado já foi ultimado dentro do executivo e está pronto para ser mostrado aos sindicatos, o que pode acontecer já amanhã.
construção perdeu mais de 71 mil empregos no último ano

construção perdeu mais de 71 mil empregos no último ano

a confederação portuguesa da construção e imobiliário (cpci) faz “um balanço particularmente negativo da evolução do sector” no primeiro semestre do ano, salientando que a diminuição na procura “originou uma quebra de produção pelo 23º semestre consecutivo”.