Património imobiliário da Nexponor vendido por 40 milhões
A Insula Capital, uma das principais sociedades gestoras em Portugal, confirmou a conclusão da venda da totalidade do património imobiliário da Nexponor – composto pelo parque de exposições da Exponor, em Leça da Palmeira, e por dois lotes para promoção imobiliária, totalizando uma área bruta construtiva de aproximadamente 180.000 metros quadrados (m2) acima do solo – a um fundo gerido pela Quadrantis Capital, participado por João Koehler e pelo Grupo MCaetano, tendo o negócio sido fechado por 40 milhões de euros.
Investidor português compra Exponor por mais de 32 milhões de euros
Aquele que é o maior parque de eventos do país terá um novo dono. Falamos da Exponor, em Matosinhos, que foi colocada no mercado em outubro do ano passado por 32 milhões de euros e recebeu cerca de dez propostas de aquisição, metade de origem estrangeira.
Nascem junto à Exponor um hotel com 159 quartos, lojas e escritórios
“Com uma área total de 250.000 metros quadrados (m2), dos quais 60.000 cobertos, a Exponor [localizada em Leça da Palmeira, Matosinhos] é constituída por seis pavilhões (…) que (…) totalizam 45.000 m2 de área expositiva coberta”, lê-se no site do parque de exposições. Parque esse que deverá ter a “companhia” de um hotel e de áreas de comércio e escritórios, sendo essa a informação que consta num master plan já aprovado.
Negócios imobiliários: AEP quer recomprar parque de exposições Exponor
O parque de exposições Exponor, situado em Leça da Palmeira, freguesia de Matosinhos, está em vias de voltar para as mãos do anterior proprietário, a Associação Empresarial Portuguesa (AEP). A associação já assinou, de resto, um contrato-promessa para recomprar o imóvel, que desde 2013 pertence ao fundo Nexponor, que o comprou quando a AEP estava em risco de falência.
aep salda dívidas na banca com venda de activos imobiliários
a associação empresarial portuguesa (aep) resolveu o problema de endividamento com a banca através da criação de uma empresa de investimento imobiliário, denominada nexponor, cuja maioria das acções foi subscrita por nove bancos portugueses, num total de 65,25 milhões de euroscitado pelo expresso, j