orçamento rectificativo prevê cortes adicionais na despesa
em entrevista à tvi, pedro passos coelho assegurou esta quarta-feira que não existe um risco de desvio das contas públicas. a derrapagem orçamental semelhante à que levou o governo a aplicar medidas de austeridade extraordinárias no ano passado “não existe agora”.
passos garante défice abaixo de 4,5% do pib este ano
as receitas extraordinárias de seis mil milhões de euros provenientes dos fundos de pensões da banca vão permitir apresentar um défice este ano que não será superior a 4,5%, abaixo dos 5,9% exigidos, afirmou o primeiro-ministro, citado pelo correio da manhã.
orçamento do estado para 2012 aprovado
o orçamento do estado (oe) para 2012 foi aprovado esta quarta-feira na assembleia da república com os votos favoráveis de psd e cds. o ps absteve-se enquanto pcp, be e verdes votaram contra, como já tinham anunciado.
portugal vai pagar 34.400 milhões de juros à “troika”
o pacote financeiro de ajuda a portugal foi de 78 mil milhões de euros, mas, segundo dados avançados pelo governo, serão pagos em juros à “troika” – composta por equipas técnicas da comissão europeia, banco central europeu e fundo monetário internacional - 34.400 milhões de euros.
hospitais têm mil médicos especialistas a mais, diz ministro
o ministro da saúde, paulo macedo, disse terça-feira no parlamento que há mil médicos especialistas a mais nos hospitais portugueses, em contraste com a crónica falta de médicos de família.
orçamento é entregue esta tarde na ar
o governo deve entregar hoje, por volta das 17h, o orçamento do estado para 2012 no parlamento e o ministro das finanças deverá explicar o documento uma hora mais tarde, revela o jornal de negócios.
oe prevê que câmaras passem a cobrar imi
o imposto municipal sobre imóveis (imi) e a derrama podem passar a ser cobrados pelas câmaras a partir do próximo ano.
ine revela impacto no défice das dívidas da madeira
hoje vai conhecer-se o impacto nos défices entre 2008 e 2010 das dívidas omitidas pela madeira.
“troika” deixa de aceitar fundos de pensões para corrigir défice em 2012
no próximo ano, o governo não poderá contar com os fundos de pensões da banca para salvar as contas do défice orçamental, ou seja, voltando a verificar-se um desvio na execução orçamental, o ministro das finanças, vítor gaspar, terá de encontrar outra forma para corrigir as contas.
maiores rendimentos terão taxa adicional de 2,5% de irs
as famílias e as empresas com maiores rendimentos e lucros tributáveis vão ser alvo de uma taxa de imposto adicional durante o próximo ano, anunciou ontem o ministro das finanças, vítor gaspar.
governo quer subir despesa sem consultar parlamento
o governo quer mudar a lei de enquadramento orçamental (leo) para facilitar a execução de despesas sempre que haja uma contrapartida de receita da segurança social ou dos serviços e fundos autónomos.
défice do estado quase que triplicou em junho
o défice do subsector estado ficou, no primeiro semestre do ano, nos 6.151 milhões de euros, quase o triplo do verificado até maio, quando se situou nos 2.106 milhões de euros.
funcionários públicos pagam maior factura da crise
um relatório do fundo monetário internacional (fmi) mostra que a função pública é o grupo que vai arcar com a maior parte da factura do ataque ao défice português.
governo apresenta melhoria de 1,750 mil milhões nas contas até março
o governo vai apresentar uma melhoria de cerca de 1,750 mil milhões de euros nas contas da administração central e segurança social na sua execução orçamental do primeiro trimestre deste ano quando comparado com o mesmo período de 2010, disse à agência lusa fonte governamental.
mais 831 milhões para corrigir receita e despesa prevista no oe
o governo fez chegar ao parlamento uma errata ao relatório do orçamento do estado para 2011 que faz subir em simultâneo os montantes totais da despesa e receita da administração pública em 831 milhões de euros, um valor equivalente a 0,5 por cento do pib.
fisco precisa de 4 mil milhões por mês para atingir meta
no total são 16 mil milhões de euros que as finanças têm de cobrar em impostos até ao final do ano para conseguirem cumprir a meta do défice, colocada este ano em 7,3%.