Há mais 15 edifícios históricos na calha para serem reabilitados pelo Programa Revive

Há mais 15 edifícios históricos na calha para serem reabilitados pelo Programa Revive
Primeiro imóvel reabilitado ao abrigo do programa lançado em 2016 Convento de São Paulo

A lista inicial dos imóveis a serem reabilitados no âmbito do Programa Revive - destinado à recuperação e requalificação de património histórico - vai engordar. Aos 33 edifícios anunciados em 2016, juntam-se agora outros 15, entre os quais a Fortaleza da Torre Velha, em Almada, e a sede do GEE do Ministério da Economia, em Lisboa.

A dezena e meia de imóveis que integram a chamada 2ª edição do Programa Revive é anunciada hoje, dia 25 de julho de 2019, numa sessão com a presença do ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, da ministra da Cultura, Graça Fonseca, e da secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho.

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Além da apresentação da segunda edição do Revive, o Governo vai lançar, esta quinta-feira, o concurso público para a concessão do Forte da Ínsua, em Caminha, e vai anunciar a adjudicação de outro imóvel.

Revive em números

Dos 33 imóveis que integraram o lançamento do programa Revive, em 2016, "até ao momento foram lançados 17 concursos, tendo já sido sete adjudicados, que representam um investimento superior a 54 milhões de euros", avançou o gabinete do ministro Adjunto e da Economia, numa nota à comunicação social, lembrando que o primeiro imóvel reabilitado ao abrigo do programa - o Convento de São Paulo - abriu ao público em junho.

Segundo informação da página do Revive, disponibilizada 'online' pelo Turismo de Portugal, citada pela Lusa, dos 33 imóveis anunciados em 2016, apenas um tem o projeto concluído (o convento em Elvas), oito têm concursos concluídos, oito têm concursos abertos e os restantes 16 edifícios -- quase metade do total - ainda não têm o processo de reabilitação em curso.

Lançado em 2016, o Revive é um programa conjunto dos Ministérios da Economia, Cultura e Finanças, que visa promover a recuperação e a requalificação de imóveis públicos classificados que estão sem uso, através da concessão a privados para exploração para fins turísticos.

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