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As vantagens para as empresas em capitalizar a força de trabalho e o potencial dos mais velhos

O envelhecimento e a discriminação etária criam obstáculos desnecessários ao crescimento das companhias..

Photo by Tiago Muraro on Unsplash
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Autor: Redação

Os empregadores enfrentam um novo desafio nos dias de hoje, nomeadamente de como otimizar o desempenho da sua força de trabalho, tirando partido do valor da idade e da experiência. Com a esperança média de vida mais alta e o aumento da idade das reformas, torna-se vital apoiar as pessoas a viver vidas mais saudáveis ​​e permanecer com qualidade no trabalho por mais tempo, reduzindo a dependência e os encargos com a saúde, pensões e sistemas sociais. A Mercer tem algumas dicas para as empresas que desejem preparar-se para “a idade”.

Diz a consultora que, embora muitas organizações tenham feito avanços em termos de diversidade e inclusão de género, muitas ainda não perceberam a importância de olhar para a sua força de trabalho mais experiente e envelhecida, e de que forma podem impulsionar o seu crescimento. Segundo a Mercer, muitos trabalhadores experientes são amplamente ignorados, mal interpretados ou até dispensados, nos planos estratégicos da força de trabalho das organizações, ao contrário do que deveria acontecer.

Para mudar isso, as empresas devem:

  • Maximizar a eficácia operacional e capitalizar o valor que os trabalhadores com décadas de experiência podem oferecer;
  • Garantir que possam aproveitar um conjunto maior de talentos, uma vez que as taxas de natalidade em declínio estão a provocat a escassez real de mão-de-obra em geografias desenvolvidas;
  • Permitir inovação e conectividade com o cliente;
  • Aumentar a partilha de conhecimento e fortalecer a colaboração;
  • Garantir justiça e inclusão - evitando riscos de litígios;
  • Alinhar melhor a força de trabalho com as necessidades futuras do negócio.

Os riscos de não explorar o potencial e a experiência dos mais velhos

“Aqueles que continuam a ignorar a força de trabalho experiente estão a correr riscos desnecessários”, refere a consultora. Segundo a Mercer, a discriminação por idade e as reivindicações por rescisão estão a aumentar, dado que a motivação e a produtividade diminuem quando as pessoas permanecem na organização não porque desejam, mas porque não podem se aposentar.

O ideal será quebrar as barreiras da idade e trabalhar para que as pessoas se sintam felizes e queiram continuar a dedicar-se à sua atividade profissional, com produtividade e motivação.