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Vai nascer uma nova “praia” junto ao Tejo - com piscina natural amiga do ambiente

O projeto inspira-se nas piscinas flutuantes de outras capitais europeias, como a Badeschiff no rio Spree, em Berlim.

Badeschiff no rio Spree, em Berlim / Wikimedia commons
Badeschiff no rio Spree, em Berlim / Wikimedia commons
Autor: Redação

Lisboa vai ganhar uma praia artificial com capacidade para 800 a 1100 pessoas - será construída na bacia norte da marina do Parque das Nações. Trata-se de uma piscina natural e ecológica com 230 metros quadrados (m2), com água tratada do Rio Tejo, que ficará pronta para ir a banhos em 2022. O projeto inspira-se nas piscinas flutuantes de outras capitais europeias, como a Badeschiff no rio Spree, em Berlim, ou a La Villette, no Sena, em Paris.

Ecológica porque esta piscina natural vai funcionar com água do Tejo com um pré-tratamento com gradagem, microfiltração e ultrafiltração por membranas, segundo a notícia avançada pelo jornal Expresso. Hugo Xambre Pereira, administrador da empresa Águas do Tejo Atlântico, entidade responsável pelo projeto, assegurou ao semanário que “a água do rio não tem grandes problemas desde a obra feita na ETAR de Alcântara” e que “até provas de triatlo já se fazem no Tejo”.

Foram equacionadas outras localizações para esta nova “zona balnear”, nomeadamente junto ao Cais das Colunas ou nas zonas ribeirinhas de Santos, Belém e Pedrouços, mas a escolha acabou por recair no Parque das Nações até por questões de segurança.

A futura praia artificial deverá rondar os cerca de 2400 metros quadrados (m2), incluindo esplanada, solário, cafés e balneários, e foi divulgada no âmbito do programa Lisboa Capital Verde Europeia 2020, lançado oficialmente este sábado (11 de janeiro), no Parque Eduardo VII, em Lisboa.