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o sector da construção e obras públicas tem perdido fulgor nos últimos dez anos, sendo que desde 2001 pesa cada vez menos no produto interno bruto (pib). desde 2003 que o sector regista uma quebra acentuada, com os trabalhadores a serem os mais visados, já que actualmente há menos de um terço dos postos de trabalho que havia no final da década de 90

de acordo com o jornal de negócios (jdn), que se baseia em dados do instituto nacional de estatística (ine), a construção representava, em 2003, cerca de 7,4% do volume total de bens e serviços produzidos em portugal. um número que vinha a subir de forma consistente pelo menos desde 1996

agora, o cenário mudou completamente de figura e a queda tem sido permanente. "houve muitos excessos durante a década de 90, devido às facilidades trazidas pela descida das taxas de juro", disse filipe garcia, economista da informação de mercados financeiros (imf), citado pelo jdn. "o mercado de empréstimos à habitação cresceu imenso e as construtoras tiveram uma altura dourada", acrescentou

 

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