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perto de meio milhão de euros já foram cobrados “indevidamente” em imposto municipal sobre imóveis (imi) aos cerca de 4.000 proprietários de bens classificados no centro histórico de évora, denuncia o bloco de esquerda (BE). de acordo com o público online, o be já questionou o ministério da cultura sobre o comportamento do instituto de gestão do património arquitectónico e arqueológico (igespar), alegando que o organismo não fez a lista dos bens classificados como de interesse nacional naquele centro histórico

os bloquistas explicam que o estatuto dos benefícios fiscais, por força da sua articulação com a lei do património e a declaração pela unesco que, em 1995, classificou aquela área como património da humanidade, o que dá aos donos de imóveis localizados no interior da cintura muralhada de évora o direito à isenção do imi

em declarações ao público, o igespar esclareceu que, a 7 de setembro, o ministério da cultura enviou para o serviço de finanças de évora a identificação dos imóveis que estão isentos de imi, que, depois de cobrado pelas finanças, constitui receita das autarquias. a lista devería ter sido enviada até 28 de junho

 

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