A empresa Vivos transformou um bunker da Guerra Fria, no Indiana (EUA), num alojamento comunitário para até 80 pessoas.
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Como os super ricos vivem a pandemia: estão a deixar as mansões e a “fugir” para bunkers
Render de um bunker da empresa Vivos, na Califórnia GTRES

Em tempos de pandemia, as nossas casas viraram bunkers – não no sentido literal da palavra, mas porque é o local onde estamos confinados. Ainda assim, há quem esteja a levar o conceito à letra, procurando este espaços, com tudo aquilo que os caracteriza, para viver. Quem? Os super ricos.

Caso para dizer que, enquanto há quem se preocupe em encher a despesa de mantimentos e desinfetante, há quem procure opções de habitação à prova de bala – ou melhor, de vírus –, segundo conta o The Guardian. Os multimilionários estão a deixar as suas mansões e a “fugir” para locais secretos, escondidos no meio do nada, e a transformar casas em verdadeiros bunkers. E não viajam de qualquer maneira: preferem os jatos privados a qualquer outro transporte.

Robert Vicino, fundador do Vivos Group, uma empresa da Califórnia que constrói abrigos subterrâneos projetados para suportar uma série de desastres naturais e catástrofes, disse ao mesmo jornal que a sua empresa viu as vendas aumentarem desde que a crise começou.

Como os super ricos vivem a pandemia: estão a deixar as mansões e a “fugir” para bunkers
Render de um bunker da empresa Vivos, na Califórnia GTRES

Apesar da empresa ter bunkers exclusivos (e mais caros), também oferece soluções comunitárias. A empresa transformou, por exemplo, um bunker da Guerra Fria no Indiana (EUA) num alojamento preparado para receber até 80 pessoas. Por 35 mil dólares, escreve o Los Angeles Times, a Vivos promete um ano de sobrevivência autónoma, com várias comodidades, combustível e comida. Mas o maior projeto imobiliário fica na Dakota do Sul, onde tem um grande condomínio com 575 bunkers, construído onde antes funcionava um depósito de munições durante a Segunda Guerra Mundial.

Como os super ricos vivem a pandemia: estão a deixar as mansões e a “fugir” para bunkers
Interior do alojamento comunitário no Indiana VIVOS

Que alimentos levar para dentro de um bunker?

Seja pelas guerras, mudanças climáticas, catástrofes e, agora pelo coronavírus: os bunkers não são uma invenção da atualidade. Mas, afinal, se tivéssemos de nos "esconder" dentro de um, que alimentos deveríamos levar? A Business Insider reuniu uma lista de alguns bens essenciais para sobreviver: mel, tido como um alimento que quase pode durar para sempre; arroz, que pode durar até quase 30 anos; manteiga de amendoim, que não precisa de refrigeração; leguminosas, como feijão e grão; barritas energéticas; enlatados, que podem durar de um a cinco anos; e até café instantâneo. 

Por agora, deixamos-te algumas fotos engraçadas, que mostram de uma forma simplista se projeta um espaço destes (e aquilo que é necessário):

Como os super ricos vivem a pandemia: estão a deixar as mansões e a “fugir” para bunkers
Freepik
Como os super ricos vivem a pandemia: estão a deixar as mansões e a “fugir” para bunkers
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