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Resultados da pesquisa
Campanhã, uma das freguesias mais orientais do Porto, é um lugar cheio de história e cultura. Esta área, conhecida pela herança industrial e pela vibrante comunidade local, oferece uma mistura fascinante de atrações tradicionais e modernas.
O Centro Histórico do Porto, classificado como Património Mundial pela UNESCO desde 1996, é um dos mais icónicos e visitados locais da cidade. Este coração antigo do Porto mantém o seu traçado medieval, com ruas estreitas e sinuosas, becos e escadarias que oferecem uma viagem no tempo.
O Plano Estratégico de Reabilitação Urbana de Lordelo do Ouro, no Porto, prevê a reabilitação de várias habitações e construção de habitação acessível, entre outras medidas. Em causa está um investimento estimado de 414 milhões de euros em 10 anos.
A Foz do Douro, é conhecida pela sua mistura única de história, cultura e beleza natural. Se estás à procura do que ver na Foz, aqui estão os lugares que não podes perder.
O Halloween já chegou e o espírito sombrio desta época envolve todos os espaços, e os alojamentos locais não são exceção.
O interesse dos jovens portugueses em comprar casa parece ter sido reanimado com a nova isenção de IMT e Imposto de Selo (IS), que entrou em vigor no passado dia 1 de agosto. Já são milhares de compradores jovens que beneficiaram da isenção de impostos na aquisição da primeira habitação. E, como o acesso à habitação própria em Portugal passa muito pelo financiamento bancário, também se observou um aumento expressivo da procura por crédito habitação por parte de jovens até aos 35 anos entre julho e setembro deste ano, passando a representar quase metade do total.
Comprar casa em Portugal parece ser uma tarefa cada vez mais complicada, sobretudo para a chamada classe média, visto que os preços não pararam de subir nos últimos anos. Numa década, o preço médio de uma habitação mais que duplicou, tendo disparado 106%. Se um imóvel em 2013 valia em média 102.000 euros, em 2023 o mesmo ativo está avaliado em 212.000 euros, segundo dados divulgados esta terça-feira (15 de outubro de 2024) pela CBRE.
O último trimestre do ano já chegou e é tempo de reflexão. Fazer um balanço de 2024 até ao momento, pensar no que ainda desejas fazer até 31 de dezembro e, sobretudo, começar a planear o novo ano. E que melhor forma de planear 2025 do que começar pelas férias?
Não há uma receita milagrosa para dar resposta à crise na habitação que se faz sentir em Portugal, tal como têm vindo a referir vários players do setor imobiliário e da construção. Há, sim, um conjunto de medidas a aplicar, sendo a descida do IVA na construção – está na mira do Governo – um dos caminhos apontados para aumentar a oferta de casas no mercado. Oferta essa que passa, nomeadamente para a chamada classe média portuguesa, pelas periferias das cidades (Lisboa e Porto) e pela construção de casas mais pequenas. Estes fatores, entre outros, ajudarão a contribuir para uma diminuição dos preços.
As mais recentes construções residenciais estão a colocar o seu foco em algo que é, cada vez mais, valorizado pela população: a comodidade e o bem-estar.
O regime jurídico da exploração dos estabelecimentos de Alojamento Local (AL) foi renovado com o decreto-lei promulgado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na sexta-feira. Em concreto, este diploma vem dar poderes às autarquias para trabalhar nos regulamentos do AL e alterar as condições em que os condomínios se podem opor à atividade turística.
A zona das Antas, na cidade do Porto, está a ver nascer um empreendimento residencial composto por 84 apartamentos distribuídos por quatro blocos. As tipologias variam entre T0 e T4 com 'rooftop' e os preços começam em 206.000 euros.
É entre a Praia da Memória e a Praia de Angeiras, em Lavra, concelho de Matosinhos, que vai nascer um novo condomínio privado de luxo. O Oceanic Reserve acaba de ser lançado e será composto por 10 moradias de tipologia V3 e quatro moradias de tipologia V4. Os preços variam entre 940.000 e 1.300.000 euros.
Gondomar, conhecida pela sua rica tradição na ourivesaria, é um ponto de interesse cultural. A cidade oferece uma combinação única de história, cultura e desenvolvimento moderno, o que a torna atraente tanto para residentes quanto para investidores imobiliários.
A procura de casas para arrendar em Portugal continua em alta e bem superior à oferta de habitação disponível, o que tem alimentado a subida das rendas mês após mês. Mas têm-se sentido mudanças no arrendamento, nomeadamente a chegada de mais habitações ao mercado, facto que pode estar relacionado com as recentes alterações legislativas ao nível da redução de impostos sobre os rendimentos prediais (entre outras). Embora não chegue para equilibrar a procura, a oferta de habitação para arrendar em Portugal subiu 61% no terceiro trimestre de 2024 face à estava disponível no mesmo período de 2023, revela a análise de dados do idealista, editor deste boletim.
Foi dentro de uma garagem, no Brasil, que tudo começou. Foi lá que Daniel e Fanny Moral, um jovem casal de empreendedores, montou aquele que viria tornar-se um negócio além-fronteiras. Ela matemática e ele analista de sistemas com experiência em mercados financeiros, decidiram os dois deixar as suas carreiras para abraçar um projeto que mudou as suas vidas. A casa transformou-se num escritório partilhado, até que o espaço deixou de ser suficiente. De uma ideia nasceu outra: a Eureka Coworking, uma rede de espaços de trabalho partilhados em expansão no mercado brasileiro que acaba de chegar a Portugal. Lisboa foi o local escolhido para o “pontapé de saída”, mas a empresa já está de olho no Porto e em Braga. Os fundadores do projeto explicam tudo nesta entrevista ao idealista/news.
Matosinhos, uma cidade situada no norte de Portugal, com uma área total com pouco mais de 62 quilómetros quadrados, subdividida em quatro freguesias.
A proposta de Orçamento do Estado para 2025 (OE2025) foi entregue esta quinta-feira, dia 10 de outubro, no Parlamento e traz várias mudanças que vão tocar as finanças públicas, bem como a carteira das famílias no próximo ano.
A “disponibilização de 13.300 camas em alojamento estudantil” é uma das medidas que consta na proposta do Orçamento do Estado para 2025 (OE2025), apresentada esta quinta-feira (10 de outubro de 2024) no Parlamento. Este é, segundo o Governo, um dos “principais marcos e metas a atingir em 2025” no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
A “entrega de 10 mil habitações a famílias desfavorecidas” é uma das medidas que consta na proposta do Orçamento do Estado para 2025 (OE2025), apresentada esta quinta-feira (10 de outubro de 2024) no Parlamento. Este é, segundo o Governo, um dos “principais marcos e metas a atingir em 2025” no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).