A crise imobiliária em Portugal empurrou Carla Luís, recém-licenciada em engenharia civil na época, a procurar oportunidades de emprego lá fora. Foi em Bogotá, na Colômbia, que deu os seus primeiros passos na sua carreira internacional em 2013.
A música preenche os nossos dias e dá vida a cada momento, seja em casa, no trabalho ou na rua. O idealista esteve no primeiro dia do Primavera Sound Porto (12 de junho) para descobrir como é que se ouve música no aconchego do lar.
Dez anos antes da pandemia, em 2010, Lisboa via nascer um espaço de trabalho inovador. No Coworklisboa, localizado no 4º piso de um dos edifícios da Lx Factory, em Alcântara, empreendedorismo e networking andavam de mãos dadas, dando-se início ao movimento coworking em Portugal. O espaço encerrou no final de 2019, meses antes da COVID ter “empurrado” as pessoas para o teletrabalho, e pelo meio foram várias as empresas que se lançaram neste mundo do trabalho flexível. “Fazer as pessoas felizes no trabalho” é a missão de quem gere estes espaços, que promovem o work-life balance. E a procura por parte de portugueses e estrangeiros – e de profissionais individuais e empresas – é elevada, bem como as taxas de ocupação. O idealista/news foi tentar saber porquê e descobrir alguns dos segredos destes escritórios flexíveis.
As pessoas circulam pelos corredores prestes a entrar numa reunião virtual, que muitas vezes acontece numa ‘phone booth’ ou numa sala de reuniões que foi marcada através de uma app. Salas essas que podem fazer alusão a temas específicos, como filmes. E sim, também existem salas de cinema. Há ainda espaços lounge, muita luz natural, terraços com vistas desafogadas para Lisboa, amplas zonas de copa. E tudo flui sempre de forma informal e descontraída. Há trabalhadores independentes (freelance) de diferentes áreas de atividade, há pequenas e médias empresas e também organizações já com muitos trabalhadores. E há eventos ao final do dia que promovem o networking e oferecem momentos de lazer. Tudo em prol do work-life balance. A “magia” dos escritórios flexíveis vai além do “tradicional” coworking e parece estar, definitivamente, a ganhar espaço no segmento de escritórios em Portugal.
Já te perguntaste que país seria a tua casa, se tivesse uma bandeira própria? Talvez uma vila mediterrânica onde o sol entra pelas janelas, ou um retiro nórdico onde cada canto pede chá e mantas.
A vontade de construir casas em Portugal existe por parte dos promotores imobiliários. Mas são muitos os desafios que hoje enfrentam, desde a falta de mão de obra aos altos impostos e burocracias, o que acaba por travar projetos, sobretudo, de habitação acessível.
O mercado de Alojamento Local tem vindo a transformar-se ao longo dos últimos anos, não só por força das regulamentações, mas também pelo aumento da oferta de casas de férias e da exigência dos hóspedes que pedem serviços de qualidade.
A transformação digital já chegou e promete continuar a modernizar o setor imobiliário em Portugal, alterando profundamente a forma de comprar e vender casas.
Nos últimos 7 anos, assistiu-se a um “boom” de intermediários de crédito (habitação) em Portugal, coincidindo com a chegada da regulamentação do setor.
Há em Portugal uma crise de acesso à habitação – não é um problema recente, sendo há muito mencionado pelos vários players do setor imobiliário – e o país está prestes a ir a eleições legislativas [realizam-se dia 18 de maio de 2025]. Para Manuel Porém, COO da Imolimit, uma das medidas a adotar pelo futuro Governo para colocar mais casas no mercado passa por baixar o IVA na construção. “(…) Um dos principais problemas que sentimos é que os custos de construção subiram de tal forma que é difícil, muitas vezes, viabilizar financeiramente os projetos”, diz ao idealista/news o responsável pela empresa gestora de empreendimentos residenciais.
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