Martim Galvão

Martim Galvão

Martim estudou jornalismo movido pela paixão pelo futebol, mas iniciou no idealista/news, em 2024, o percurso fora dos órgãos de comunicação social, dedicando‑se à produção de conteúdos sobre o imobiliário — onde continua a marcar golos.

INDICADOR PER CAPITA DO PODER DE COMPRA POR MUNICÍPIO, 2023

31 municípios superam a média nacional de poder de compra

Em 2023, apenas 31 dos 308 municípios portugueses apresentaram um poder de compra superior à média nacional, segundo o Indicador per Capita (IpC). Lisboa, Porto e Oeiras lideram a tabela, com os valores mais elevados, seguidos por outros municípios urbanos e capitais de distrito, como Coimbra, Aveiro, Faro e Évora. A concentração de municípios acima da média é particularmente evidente nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, que continuam a destacar-se como os principais polos económicos do país.
Construção modular em Lisboa

Montar casas como legos? Projeto mostra o êxito da construção modular

Os blocos gigantes de betão – alguns pesam cerca de dez toneladas – são construídos e preparados numa fábrica no Montijo, na margem sul de Lisboa, e transportados de camião para Benfica, no coração da capital. Ali, na rua André de Resende, perpendicular à movimentada Avenida Gomes Pereira, está a nascer peça a peça, como se de um Lego se tratasse, um prédio com seis pisos e 18 apartamentos (com garagem) em regime de renda acessível. Um projeto de construção modular que sai do papel em tempo recorde pela mão da Junta de Freguesia de Benfica, sendo financiado a 100% pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), num investimento de pouco mais de três milhões de euros. O curto tempo de obra deste tipo de projetos “permite cumprir com os prazos do PRR”, tornando “toda a operação mais barata”, confidencia ao idealista/news o presidente da junta, Ricardo Marques.
Simplex urbanístico

Simplex 2.0: imobiliário alerta que mudanças legais são insuficientes

O imobiliário português continua à espera de medidas que simplifiquem o licenciamento, com o atual Simplex Urbanístico a ser apontado como instrumento central, mas ainda insuficiente para resolver problemas estruturais. Durante a XIII Semana da Reabilitação Urbana do Porto (SRU), vários especialistas em construção, urbanismo e habitação debateram os entraves do atual processo de licenciamento e apontaram caminhos para tornar a regulação mais eficiente, numa altura em que o Governo está a preparar uma profunda reformulação deste regime. E deixaram um aviso: as mudanças legais, por si só, não chegam.
Utilização de Internet entre os 55 e os 64 anos

Uso de Internet em Portugal aumenta na faixa etária dos 55 aos 64 anos

O número de portugueses entre os 55 e os 64 anos que utilizam a Internet aumentou de forma expressiva no último ano, registando o maior crescimento entre todos os grupos etários. De acordo com o estudo da Marktest, a percentagem de utilizadores nesta faixa etária subiu 7,3 pontos percentuais entre 2024 e 2025, o que representa mais de 100 mil novos utilizadores, totalizando cerca de 1,2 milhões de pessoas conectadas.
Miguel Pinto Luz

Do RJUE ao IVA a 6%: Governo compromete-se com habitação após OE2026

O imobiliário está expectante para saber mais detalhes sobre várias medidas da habitação que estão para sair da gaveta do Governo, mas que ainda não viram a luz do dia. Mas esta quarta-feira, dia 12 de novembro, foram reveladas várias novidades sobre esta matéria por Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e da Habitação. Desde logo, o Governo quer que o IVA a 6% na construção tenha um efeito retroativo, quer agilizar a revisão do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação (RJUE) e ainda aplicar medidas para “reequilibrar forças entre inquilinos e senhorios”. Todas estas mudanças legislativas só serão levadas ao Parlamento após a discussão do Orçamento do Estado de 2026 (OE2026).
Taxas e tempo de recuperação e custos judiciais

Tempo médio de recuperação de créditos excede os 4 anos na União Europeia

O mais recente relatório da Autoridade Bancária Europeia (EBA sigla em inglês) volta a chamar a atenção para as grandes diferenças entre os países da União Europeia no que toca à recuperação de empréstimos em incumprimento. Segundo a análise, persistem disparidades significativas entre os 27 Estados-Membros, tanto na taxa de recuperação como nos custos e no tempo necessário para reaver o crédito.