Vanessa Sousa

Vanessa Sousa

Atenta e perspicaz, o jornalismo de dados é um dos grandes pontos de interesse da Vanessa. Como se de música se tratasse, junta palavras, números e gráficos em análises sobre várias áreas do imobiliário, sem desafinar. O setor está mais e melhor informado, desde que chegou ao idealista/news Portugal em 2021, com a sua pronúncia do norte.

Municípios baratos para arrendar casa

Os 25 municípios mais baratos para arrendar casa em Portugal

O mapa de Portugal revela uma disparidade quando analisamos os preços das casas para arrendar em cada município no segundo trimestre de 2025. As rendas das casas variam mesmo entre o máximo de 22,2 euros por metro quadrado (euros/m2) registado no município em Lisboa e o mínimo observado de 6,8 euros/m2 em Castelo Branco. Descobre neste artigo quais são os 25 municípios mais baratos para arrendar casa no país, de acordo com os dados do idealista, o Marketplace imobiliário de Portugal e editor desta newsletter.
Comprar casa para arrendar

Comprar casa para arrendar em Portugal rendeu 6,9% na primavera

A compra de casas em Portugal tem estado ao rubro, sendo alimentada não só por famílias, mas também por investidores. Até porque o imobiliário tem vindo a sair reforçado enquanto refúgio ao investimento em tempos de incerteza global marcada por guerras e instabilidade das tarifas vinda dos EUA. No nosso país, a rentabilidade bruta de comprar casa para colocá-la no mercado de arrendamento foi de 6,9% no segundo trimestre de 2025, segundo os dados do idealista (editor desta newsletter). Este negócio apresenta, hoje, menos riscos do que há um ano.
Amortizar ou renegociar o crédito habitação

Renegociações e amortizações de crédito habitação em queda

As instituições bancárias em Portugal sentiram, em 2024, uma diminuição anual significativa quer do número de amortizações antecipadas, quer no número de contratos renegociados no universo de crédito habitação. No caso dos reembolsos antecipados, o Banco de Portugal diz que a descida dos juros “reduziu os incentivos”. E a queda das renegociações deveu-se ao “crescimento acentuado” observado em 2023, bem como ao aumento dos salários.