Notícia do dia 13 de novembro de 2017

Estão a chegar ao mercado 24 casas novas por dia

Estão a chegar ao mercado 24 casas novas por dia

A reabilitação urbana ganhou força nos últimos anos em Portugal, nomeadamente nos centros de Lisboa e no Porto. Mas há cada vez mais projetos de construção nova a nascer em zonas emergentes e com capacidade construtiva. Os dados da CPCI são esclarecedores: foram licenciados nos primeiros oito meses do ano 12.347 fogos, dos quais 8.392 são de construção nova. Destes, 5.809 destinaram-se a habitação familiar, o que dá uma média de 24 casas novas por dia.
AIMI rendeu menos de metade do que era esperado

AIMI rendeu menos de metade do que era esperado

O Adicional ao Imposto Municipal de Imóveis (AIMI) rendeu menos de metade do previsto pelo Ministério das Finanças. Em vez dos 130 milhões de euros estimados pelo Governo, o imposto terá rendido apenas 50 milhões de euros, um valor que está bem longe da receita esperada
Governo quer política de habitação centrada nas pessoas

Governo quer política de habitação centrada nas pessoas

“A Nova Geração de Políticas de Habitação, ao deixar de estar centrada no objeto – ‘casa’– e passar a orientar-se para o objetivo – o acesso de todos a uma habitação adequada – tem uma missão reformulada”, lê-se no documento apresentado pela secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho, durante a primeira sessão pública que decorreu nas instalações do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa.
Bruxelas avisa: “Emprego em Portugal é pouco qualificado e mal pago”

Bruxelas avisa: “Emprego em Portugal é pouco qualificado e mal pago”

Para a Comissão Europeia (CE), o número de postos de trabalho criados em Portugal – a crescer a um ritmo significativo – está geralmente associado a qualificações mais baixas e a salários reduzidos. Bruxelas deixa um alerta, mostrando-se preocupada com os riscos que uma economia baseada em emprego mal pago e pouco qualificado acarreta.
Portugal deve aproveitar recuperação económica para reduzir dívida, alerta FMI

Portugal deve aproveitar recuperação económica para reduzir dívida, alerta FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) defende que os países europeus com dívidas públicas, como Portugal, devem aproveitar a recuperação económica para criar “almofadas orçamentais” e reduzir o endividamento. “Os decisores políticos devem tirar vantagem das perspetivas positivas para reconstruir ‘almofadas’ orçamentais e desenvolver a capacidade da economia crescer e absorver choques”, aconselha o FMI.