A venda de casas em Portugal tem seguido a bom ritmo, apoiada pela estabilidade no emprego, juros mais baixos no crédito habitação e apoios públicos aos jovens na compra de casa (isenção de IMT e garantia pública). E esta dinâmica nas transações reflete-se não só nos preços das casas, que têm subido a ritmo acelerado, como também na oferta residencial, que continuar a ser escassa e está a encolher ainda mais, pela falta de construção nova que responda à alta procura de habitação no país. No fim de 2025, o stock do parque habitacional português disponível para vender caiu 13% face ao mesmo período de 2024, segundo os dados analisados pelo idealista, editor desta newsletter e principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.