Artigo do dia 5 de junho de 2026

Eduardo Miranda, presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP)

Regulamentação do AL: “Portugal é o país mais avançado da UE”

O Alojamento Local (AL) esteve, nos últimos anos, no olho do furacão em Portugal. O arrendamento de curta duração de casas para turistas tem sido apontado um dos responsáveis da escalada dos preços no mercado residencial, sobretudo na capital portuguesa. Eduardo Miranda, presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), analisa o tema no livro “108 Vozes pela Habitação”, apresentado dia 8 de junho na Feira do Livro de Lisboa. Ao idealista/news revela que há hoje “um debate muito mais equilibrado”, estando a regulamentação também “muito mais equilibrada”. “Ao contrário do que se diz, que Portugal está em contraciclo em termos de regulamentação enquanto na Europa o AL está a ser regulamentado, é exatamente o contrário. Portugal é o país mais avançado”, garante.
Construção

PSD quer IVA de 6% na reabilitação urbana aplicado desde 2008

As obras de reabilitação urbana realizadas em imóveis ou espaços públicos dentro de Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) poderão passar a beneficiar, de forma clara e retroativa, da taxa reduzida de IVA de 6%, mesmo sem existência de uma Operação de Reabilitação Urbana (ORU) aprovada. O PSD entregou no Parlamento um projeto de lei que pretende fixar, por “interpretação autêntica”, que a localização em ARU é suficiente para aplicar o IVA reduzido, com efeitos a partir de 2008.
Zona Industrial do Montalvo

Ativo industrial em Mira à procura de novos proprietários

Numa fase em que o mercado industrial e logístico português continua com uma forte escassez de produto moderno e de elevada qualidade, especialmente no que respeita a ativos com capacidade de expansão, entra no mercado um ativo em Mira, no concelho de Coimbra, com cerca de 12.360 metros quadrados (m
Segurança Social

Casas na região de Coimbra paradas por impasse com Segurança Social

Os municípios da região de Coimbra reabilitaram dezenas de casas para alojamento urgente de famílias vítimas de violência doméstica ou tráfico de seres humanos, mas boa parte desses imóveis continua fechada. Vinte das 37 habitações candidatadas estão concluídas, num investimento de 4,11 milhões de euros, mas não podem ser usadas porque falta um protocolo com o Instituto da Segurança Social (ISS), revelou a Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra.