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O objeto decorativo que nos acompanha e nos define desde sempre!

Autor: Redação

Os objetos, sejam eles decorativos ou pessoais, desde sempre que fazem parte da nossa vida, desde a infância até aos dias que correm. O homem é a única espécie que cria objetos e com eles o seu próprio ambiente.

Define-se como objeto todas as formas autónomas que fisicamente fazem parte do nosso universo, e este, ao ser criado, normalmente tem sempre uma função, seja prática, estética, funcional, decorativa.

Na decoração, o objeto é essencial para personalizar ambientes e comunicar a imagem de cada um, no fundo é a definição emocional de cada individuo, retratada através de elementos decorativos.

Ao longo da vida, todos nós passamos por vários ciclos, e sofremos alterações consoante as nossas vivências e estado de espírito. Os objetos fazem parte deste ciclo de vida, da história da nossa vida. Muitas das vezes, são únicos e com uma grande importância, quando os relacionamos com os momentos que vivemos, na altura que os adquirimos.

O lado emocional que está ligado ao objeto tem sempre uma história. Tanto pode ser algo que herdamos da nossa família, como aquele candeeiro com o qual sempre vivemos na casa da nossa avó e um dia está na nossa casa e olhamos para ele diária e carinhosamente, sorrimos com as boas lembranças. Como aquela tela que adquirimos numa viagem ou mesmo aquela bola de neve que compramos numa feira de antiguidades e que transporta a história de alguém e que nos faz imaginar a sua própria história.

Ao idealizares uma divisão da tua habitação, por exemplo uma sala de estar, além de todos os elementos que a compõem, como o sofá, mesa de apoio, móvel de TV, ou seja, o mobiliário principal, não podemos descurar os pormenores, pois são eles que vão dar a alma ao seu espaço e que muitas das vezes definem o seu estilo, que tanto pode ser, étnico, clássico, moderno, etc. 

Neste caso, deixamos algumas dicas na hora de escolher o tal objeto decorativo:

  • Um objeto decorativo, além da sua função de compor um espaço, também pode ter uso prático. Neste caso, pense no local específico onde o vai colocar e atribua-lhe uma função de modo a este ganhar um contexto estético e organizativo, por exemplo, aquela parede na sala podia muito bem receber um baú, que além de ser uma peça de caráter decorativo bastante forte, ainda tem o de arrumação.
     
  • Na hora de o escolher, define um ponto de partida, de preferência o lado emocional, para quando visualizares a peça esta comunique contigo, que provoque uma emoção, através da cor, textura, forma, material, etc. Não adquiras peças só por comprar, por vezes enche-se demasiado o espaço e no final o resultado não é o que esperávamos.
     
  • Em espaços pequenos, não exageres na colocação de muitos objetos decorativos, aposta em peças de maior destaque e com alguma cor.

Apesar de focar o lado emocional e estético do objeto, também o existe como investimento. Neste caso, alia todos os pontos mencionados anteriormente acrescentando o valor, na forma de aquisição através de obras de arte, tais como quadros, esculturas, etc.

Hoje, uma peça de arte, além de enriquecer um ambiente, é uma forma bastante interessante e criativa de transformar um espaço, com peças originais e diferentes.

A nossa casa é o nosso espelho! É uma extensão de nós próprios, toda a nossa carga emocional e física acaba por se refletir neste espaço e com ela carregamos os nossos objetos, uns vão ficando, outros reciclamos, mas há sempre aquele do qual não nos conseguimos separar.

Partilhem connosco o vosso objeto, aquele do qual não se conseguem separar.

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