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Queres ter a casa sempre arrumada? Os mandamentos mágicos de Marie Kondo que estão a fazer furor pelo mundo inteiro

Autor: Redação

Queres ter a casa sempre arrumada, mas por muito que te esforces nunca consegues? O método Kondomari vai ajudar-te a resolver este problema, tal como promete a sua mentora, a japonesa Marie Kondo - eleita recentemente pela Time como uma das 100 pessoas influentes do mundo e autora do best-seller "Arrume a sua Casa, Arrume a Sua Vida", um fenómeno de vendas internacional e também já em Portugal. A filosofia é simples: deitar fora os objetos a mais para o espaço que se tem, sem dó nem piedade. E como se consegue isso? Ora vê...

Coragem é a palavra de ordem para arrancar com o processo de meter a casa em ordem. Primeiro que tudo, tens que conseguir livrar-te de tudo o que não te faz feliz. Talvez pareça uma atitude radical, e será com certeza difícil de levar à pratica, mas vai compensar. 

Marie Kondo defende que uma das causas da frustração da maioria das pessoas por ter a casa sempre desarrumada tem a ver com aquilo que tem a mais e não por aquilo que lhe falta. 

Explicando o médoto, o Observador diz que não Kondo não é Feng Shui, não é nada com cheiro a New Age e não faz promessas de felicidade eterna, dizendo antes que arrumar a casa deitando fora o excesso é um processo de aprendizagem, árduo, difícil e não é de todo obrigatório. 

O método passa, realça o jornal online, por olhar e tocar cada objeto que possui (mas cada é mesmo cada, seja um par de ténis caro, um botão perdido ou uma caneta promocional) e perguntar-se se ele o faz feliz. Não importa o que é, o preço que custou, quem lhe ofereceu, que memória traz. Esse objecto fá-lo feliz hoje? Se pensa que não ou se tem dúvidas, coloque-o no saco do lixo.

Estes são os conselhos básicos, resumidos pelo Observador, a partir do livro "Arrume a sua Casa, Arrume a Sua Vida".

Arrumar uma assoalhada de cada vez. Não. A arrumação é para ser feita de uma vez só, sozinho e em silêncio.

Juntar todos os objetos por categoria e deixe para o fim o que tenha valor sentimental.

Não usar como desculpa “um dia vou precisar”. 

Guardar as roupas sempre dobradas e colocadas na vertical. Mas não exagere: é proibido empilhar pois isso faz com que te esqueças do que está por baixo.

Arrumar a roupa em caixas de plástico transparente para veres sempre tudo o que tem.

Usar caixas de sapatos ou caixas de cartão para arrumar tudo o que são frascos, etc.

Pendurar em cabides só a roupa que precisas, como casacos, sobretudos, fatos, vestidos ou camisolas muito finas e leves.

Deitar fora todos os papéis exceto os contratos de hipotecas bancárias, as garantias dos eletrodomésticos e as cartas que ainda não leu.

Organizar o que fica é a última parte do processo. 

Não espalhar objetos iguais por locais diferentes. A roupa deve estar toda no mesmo roupeiro, as bijuterias todas na mesma gaveta ou caixa. Se cada coisa tiver um lugar fixo, será mais fácil voltar a colocá-la sempre lá e não a perder ou esquecer.

E aquela gaveta onde se coloca tudo o que não sabemos para onde vai? Terá, como tudo o resto na sua vida, que ser enfrentada. Ou seja… deitar tudo fora o que efetivamente não precisas. Não tenhas medo.