portugal recebe hoje a primeira tranche da união europeia, no valor de 1,75 mil milhões de euros e na quarta-feira recebe mais 4,75 mil milhões de euros.
uma missão técnica do fundo monetário internacional (fmi) está em lisboa segunda e terça-feira para preparar o acompanhamento do programa económico das autoridades portuguesas.
os sectores da construção e imobiliário são dos mais afectados pela crise económica que se faz sentir no país, havendo 140 mil postos de trabalho em risco.
o memorando de acordo estabelecido entre a "troika" e o governo, tendo em vista o pacote de ajuda a portugal, prevê, entre outras medidas, uma maior aposta no mercado de arrendamento e na reabilitação urbana. uma situação que, segundo o jornal de negócios (jdn), está a preocupar as construtoras.
o governo aprovou ontem a primeira medida que resultou da negociação com as autoridades internacionais, para a aprovação do pedido de ajuda externa a portugal.
ter casa própria vai ser cada vez mais caro, escreve o jornal de negócios (jdn) na edição de hoje, aludindo às medidas previstas no acordo entre o governo e a "troika", que resultou num empréstimo a portugal de 78 mil milhões de euros.
a flexibilização de despedimentos é uma das medidas emblemáticas da "troika”, mas o ps e psd garantem que não se aplica ao principal empregador do país - o estado.
a comissão europeia (ce) analisa hoje o pacote de ajuda financeira a portugal – 78 mil milhões de euros -, estabelecido entre o governo português e a "troika", composta por equipas técnicas do fundo monetário internacional (fmi), ce e banco central europeu (bce).
os peritos do fmi, bce e ce querem baixar ordenados em toda a economia. o memorando negociado entre a "troika", governo e maiores partidos da oposição (psd e cds) contempla um choque salarial na economia portuguesa, a partir de 2012.
o fundo monetário internacional (fmi) já activou os mecanismos internos para, com urgência, o seu conselho executivo poder aprovar uma parte do empréstimo a portugal.
o idealista.pt quer saber a opinião dos seus fãs no facebook, por isso, abriu um inquérito na sua página desta rede social, na qual todos os fãs do idealista podem deixar a sua opinião.
o presidente da associação portuguesa de bancos (apb), antónio de sousa, considera que a prestação do crédito à habitação vai continuar a subir. isto apesar de ontem os governadores do banco central europeu (bce) terem mantido a taxa de juro de referência para a zona euro nos 1,25%.
as taxas de juro associadas ao empréstimo de 78 mil milhões concedido a portugal por parte da "troika" - 26 mil milhões oriundos do fundo monetário internacional (fmi) e os restantes 52 mil milhões da união europeia (ue) – serão de 3,25% nos primeiros três anos e de 4,25% nos seguintes.
"a taxa de desemprego, segundo as nossas previsões, atingirá os 13 por cento em 2013, baixando nos anos posteriores", devido à quebra da economia na ordem dos dois por cento esperada para 2011 e 2012, disse esta quinta-feira teixeira dos santos, em conferência de imprensa sobre as med
o presidente da associação lisbonense de proprietários (alp), luís menezes leitão, considera que o aumento do imposto municipal dobre imóveis (imi) – uma das medidas prevista no acordo estabelecido entre a "troika" e o governo – vai fazer com que haja ainda mais pessoas a entregar a casa ao banco.
o ministro das finanças faz hoje, às 9h30, uma comunicação ao país em que anuncia as principais medidas que constam do memorando de entendimento entre a 'troika' e o governo.
tal como previa o pec iv, os despejos vão passar a realizar-se após três meses de incumprimento no pagamento das respectivas rendas, em vez dos actuais 18 meses.
uma das medidas prevista no memorando de políticas económicas e financeiras acordado entre o governo e a "troika” prevê alterações na atribuição do subsídio de desemprego, revela o diário económico (de).
portugal não vai receber, afinal, 80 mil milhões de ajuda externa, muito menos 100 mil milhões. segundo a agência financeira (af), que cita a tvi, o valor total do programa de ajuda financeira é de 78 mil milhões de euros.
o memorando de políticas económicas e financeiras acordado entre o governo e a "troika" prevê, segundo o diário económico (de), a retirada gradual da dedução das despesas com a casa no irs e o aumento do imi.
portugal precisa de mais de 100 mil milhões de euros para reequilibrar as contas do estado, do sector empresarial público e da banca revela o diário económico (de), adiantando ainda que o valor a que chegou a equipa de técnicos, que passou a pente fino o estado e o sector financeiro, é superior ao i
o governo vai apresentar na próxima quarta-feira, dia 4 de maio, o memorando de entendimento que resulta das negociações com a ‘troika', e que vinculará ao detalhe a política nacional nos próximos três anos, revela o diário económico.
a prestação da casa pode aumentar a partir de julho, uma vez que o banco central europeu (bce) deverá subir em 25 pontos base – de 1,25% para 1,5% - a taxa de juro directora (de refinanciamento).
Recebe os nossos artigos mais recentes no seu endereço eletrónicoSubscrever