as empresas do sector da construção consideram que a sua situação financeira se deteriorou no final do primeiro trimestre do ano, sendo que a região sul é a que mais sente a crise.
mais de 30 empresas do sector da construção do minho associaram-se para facilitar a sua internacionalização. a "parceria", constituída por pequenas e médias empresas, já está a funcionar e tem feito prospecção de mercado na europa e no norte de áfrica.
a seguradora crédito y caución prevê uma queda de 5% no sector da construção este ano em portugal, salientando que as insolvências aumentaram 21,6% no país no último trimestre de 2010.
o sindicato dos trabalhadores da construção de portugal vai reunir hoje com o ministério do trabalho para chamar a atenção do governo para os problemas que enfrente o sector, alertando para o facto de a curto prazo mais de 15 mil trabalhadores estarem desempregados segundo o diário digital, que
as pequenas e médias empresas (pme) do sector da construção estão atentas ao pacote de obras de construção e reabilitação que moçambique está a lançar.
a construtora opway, detida maioritariamente pelo grupo espírito santo, avançou com um processo de despedimento que envolve 65 colaboradores – actualmente emprega 600 pessoas.
o presidente da confederação portuguesa de construção e imobiliário (cpci), reis campos, considera que o sector da construção tem sido o "mais penalizado pela crise financeira", tendo registado uma quebra de 23% dos postos de trabalho desde 2000.
a federação portuguesa da indústria da construção e obras públicas (fepicop) afirma que, em dezembro do ano passado, a carteira de encomendas atingiu um mínimo que "jamais se tinha verificado desde janeiro de 2000".
o índice de produção do sector da construção na zona euro e no conjunto da ue27 baixou, em novembro do ano passado, pelo quinto mês consecutivo em termos de variação homóloga.
o sector da construção é dos que mais dificuldades sente para resistir à crise económico-financeira e os números estão à vista: no terceiro trimestre do ano foram licenciados 6,8 mil edifícios (67,3% dos quais correspondem a construções novas) e concluídos 4,2 mil, menos 11,8% e 11% que no ano passa
desde 2000 que o indicador de confiança da federação portuguesa da indústria da construção e obras públicas (fepicop) não registava um valor tão baixo.
os maiores grupos portugueses de construção - mota-engil, soares da costa e teixeira duarte – apostam cada vez mais nos mercados internacionais, pelo que mais de metade do volume de negócios que têm é alcançado fora do país.
a construtora portuguesa teixeira duarte anunciou, em comunicado enviado à comissão do mercado de valores mobiliários (cmvm), que os resultados líquidos consolidados atribuíveis a detentores de capital atingiram os 56 milhões de euros, menos dois milhões que o valor obtido em igual período do ano pa
o terceiro trimestre deste ano foi menos produtivo no que diz respeito ao sector da construção. segundo o instituto nacional de estatística (ine), as novas encomendas na construção e obras públicas diminuíram 16,4% entre julho e setembro deste ano, face ao mesmo período do ano passado.