o governo deve apresentar um diploma para voltar a baixar o valor das indemnizações por despedimento de acordo com o que está estipulado nos países da união europeia.
em maio, o crédito em cobrança duvidosa no consumo atingiu um recorde máximo, tendo subido num mês 12 milhões de euros, para um total de 1.343 milhões de euros.
apesar da acentuada subida do desemprego e, consequentemente, do aumento do risco de pobreza, o número de pedidos de rendimento social de inserção caiu 21% nos primeiros cinco meses do ano, quando comparado com o mesmo período do ano passado.
a primeira alteração às regras laborais acordadas entre o governo e a "troika" está para breve. segundo a agência financeira (af), a redução das indemnizações por despedimento será a primeira medida a avançar.
a crise parece não dar tréguas em portugal. segundo o diário económico (de), que se baseia em previsões divulgadas pelo banco de portugal (bdp), muitos postos de trabalho serão eliminados nos próximos dois anos.
o ministro da solidariedade e da segurança social prometeu ontem poupanças anuais de 1,1 milhões de euros com a não nomeação de 18 subdirectores distritais da segurança social.
o número de famílias endividadas que este ano já foram declaradas insolventes aumentou 187% em relação ao mesmo período do ano passado. segundo a rádio renascença (rr), que se apoia em dados do instituto informador comercial, o número de pessoas declaradas insolventes pelos tribunais quase trip
em abril, portugal foi o quarto país da organização para a cooperação e desenvolvimento económico (ocde) com a maior taxa de desemprego, sendo o segundo entre as economias mais desenvolvidas do grupo onde o desemprego mais subiu nos primeiros quatro meses do ano.
o sector da construção é dos que mais sente na pele os efeitos da crise. segundo o diário de notícias (dn), que cita a associação de empresas de construção, obras públicas e serviços (aecops), registou-se uma redução de 46% nas ofertas de trabalho.
com os salários estagnados e os preços cada vez mais altos, o cenário vai ficar mais negro para as famílias portuguesas que verão o seu poder de compra reduzido durante os próximos seis anos.
as reformas antecipadas por desemprego custaram no ano passado à segurança social 651 milhões de euros, revelam dados do ministério do trabalho, publicados pela agência lusa. este valor corresponde a 4,6% do total da despesa com pensões pagas pela segurança social.
atrasar o pagamento dos salários aos trabalhadores ou reter os descontos para a segurança social parece ser cada vez mais a solução encontrada pelas empresas para fazer face à crise ou a dificuldades pontuais de tesouraria.
no primeiro trimestre deste ano eram já 688.900 as pessoas à procura de trabalho, o equivalente a uma taxa de desemprego de 12,4%, revelou ontem o instituto nacional de estatística (ine).
espanhóis, gregos e portugueses estão na mira da chanceler alemã, angela merkel, que criticou o período de férias e a idade da reforma actual dos três países.
a segunda vaga de reformas ao subsídio de desemprego vai pressionar os desempregados a aceitar salários ainda mais baixos, revela o jornal de negócios.
dos quase 55 mil candidatos aos concursos de contratação a prazo do ministério da educação, onde se incluem os que têm hoje um vínculo precário às escolas, pelo menos metade deverá ficar sem colocação no próximo ano lectivo, revela o diário de notícias (dn).
"a taxa de desemprego, segundo as nossas previsões, atingirá os 13 por cento em 2013, baixando nos anos posteriores", devido à quebra da economia na ordem dos dois por cento esperada para 2011 e 2012, disse esta quinta-feira teixeira dos santos, em conferência de imprensa sobre as med
uma das medidas prevista no memorando de políticas económicas e financeiras acordado entre o governo e a "troika” prevê alterações na atribuição do subsídio de desemprego, revela o diário económico (de).
a "troika", composta por equipas técnicas do fundo monetário internacional (fmi), do banco central europeu (bce) e da comissão europeia (ce), continua a negociar o programa de auxílio a portugal, que deverá ser conhecido nas próximas semanas.
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