há mais 54 mil trabalhadores por conta de outrem a ganharem salários inferiores a 600 euros, uma subida nunca vista no passado recente, revela o diário de notícias (dn).
um estudo do ministério das finanças sobre a taxa social única (tsu), divulgado esta terça-feira, admite a possibilidade de um aumento de 2,19% sobre o iva de forma a compensar uma descida da taxa.
o governo deve apresentar um diploma para voltar a baixar o valor das indemnizações por despedimento de acordo com o que está estipulado nos países da união europeia.
a crise parece não dar tréguas em portugal. segundo o diário económico (de), que se baseia em previsões divulgadas pelo banco de portugal (bdp), muitos postos de trabalho serão eliminados nos próximos dois anos.
o ministro da solidariedade e da segurança social prometeu ontem poupanças anuais de 1,1 milhões de euros com a não nomeação de 18 subdirectores distritais da segurança social.
o governo psd/cds pretende regulamentar o código do trabalho "para garantir a possibilidade de alteração das datas de alguns feriados, de modo a diminuir as pontes demasiado longas e aumentar a produtividade", cita o jornal público.
de acordo com um estudo do journal of applied psycology, as mulheres com menos 10 quilos que a média levam para casa mais 15.572 dólares (cerca de 10.800 euros) por ano. mas a balança pesa de outra maneira para os homens.
com os salários estagnados e os preços cada vez mais altos, o cenário vai ficar mais negro para as famílias portuguesas que verão o seu poder de compra reduzido durante os próximos seis anos.
as reformas antecipadas por desemprego custaram no ano passado à segurança social 651 milhões de euros, revelam dados do ministério do trabalho, publicados pela agência lusa. este valor corresponde a 4,6% do total da despesa com pensões pagas pela segurança social.
atrasar o pagamento dos salários aos trabalhadores ou reter os descontos para a segurança social parece ser cada vez mais a solução encontrada pelas empresas para fazer face à crise ou a dificuldades pontuais de tesouraria.
no primeiro trimestre deste ano eram já 688.900 as pessoas à procura de trabalho, o equivalente a uma taxa de desemprego de 12,4%, revelou ontem o instituto nacional de estatística (ine).
espanhóis, gregos e portugueses estão na mira da chanceler alemã, angela merkel, que criticou o período de férias e a idade da reforma actual dos três países.
a segunda vaga de reformas ao subsídio de desemprego vai pressionar os desempregados a aceitar salários ainda mais baixos, revela o jornal de negócios.
dos quase 55 mil candidatos aos concursos de contratação a prazo do ministério da educação, onde se incluem os que têm hoje um vínculo precário às escolas, pelo menos metade deverá ficar sem colocação no próximo ano lectivo, revela o diário de notícias (dn).
"a taxa de desemprego, segundo as nossas previsões, atingirá os 13 por cento em 2013, baixando nos anos posteriores", devido à quebra da economia na ordem dos dois por cento esperada para 2011 e 2012, disse esta quinta-feira teixeira dos santos, em conferência de imprensa sobre as med
a confederação do comércio e serviços de portugal vai propor que o salário mínimo nacional não seja actualizado para os 500 euros este ano, ao contrário do objectivo traçado no final de 2010 entre o governo e os parceiros sociais.
no final de março encontravam-se inscritos nos centros de emprego do continente e regiões autónomas 551.861 desempregados, menos 10.893 pessoas do que em março de 2010 (3,5%) e menos 3.686 face a fevereiro, revela o jornal de negócios.
várias centenas de funcionários de empresas públicas já estão a negociar rescisões por mútuo acordo com as respectivas administrações, aceitando valores de indemnizações muito inferiores aos que têm sido praticados nas empresas, revela o diário económico (de).
apenas os mexicanos e os japoneses estão à frente de portugal na lista de países da ocde onde mais se trabalha. portugal é o país europeu onde se trabalha mais horas por dia, cerca de 9 horas e 20 minutos, mas algumas destas horas nem sequer são pagas.
as empresas terão de descontar, no máximo, até 1% das remunerações dos trabalhadores para financiar o fundo de despedimentos que o executivo quer criar, revela o diário económico.
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